Dados e tendências de mídia regional
Estudos, rankings e análises sobre o mercado de mídia regional brasileiro: as tendências, o comportamento da audiência e os dados que movem os veículos de todo o país.
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Como provar que mídia regional funciona: o método da incrementalidade por praça
Mídia regional não se prova com CTR. Prova-se com comparação entre praças que receberam a campanha e praças equivalentes que não receberam. Esse desenho, conhecido como teste geográfico ou geo lift, isola o efeito da mídia das outras variáveis do negócio e responde à única pergunta que a diretoria faz: o que teria acontecido se a gente não tivesse investido.

Branded content e distribuição em rede premium: o Brasil de verdade
Branded content é conteúdo produzido com, ou para, uma marca, identificado como publicidade, que entrega valor ao leitor em vez de interromper a leitura. Os dados mostram por que ele funciona: análise da Nielsen com mais de mil estudos de brand lift indica ganho de cerca de nove a dez pontos em métricas de reconhecimento, e experimentos de rastreamento ocular apontam 53% mais atenção visual que o display comum. Mas o formato só cumpre a promessa quando há distribuição garantida. Conteúdo excelente sem plano de distribuição é ativo parado, e é aí que entra a rede premium de veículos regionais.

O nacional define a direção, o território define o resultado
O Brasil não é um mercado, é um conjunto de mercados que compartilham uma língua. Marcas de consumo já sabem disso na operação: a distribuição é regional, o preço é regional, o sortimento é regional, o concorrente é regional. O que ainda falta, na maior parte dos planos, é a mídia acompanhar essa lógica. A estratégia nacional continua sendo necessária para dar direção, posicionamento e consistência. A inteligência territorial é o que mostra onde estão as oportunidades e como ativá-las, praça por praça, com execução em escala nacional.

Social Extender: por que estender seus criativos de social para a mídia regional
Social Extender é a distribuição dos criativos já produzidos para redes sociais em veículos de comunicação, usando formatos IAB padrão de display e vídeo. O anunciante não produz nada novo: pega a peça que já foi aprovada, já rodou e já tem aprendizado de performance, e a coloca para trabalhar em ambientes editoriais, com alcance incremental fora das plataformas, segmentação por praça e métricas auditáveis.

10 razões para investir em mídia com inteligência territorial
A maior parte do consumo brasileiro acontece fora das capitais, mas a maior parte da verba digital continua concentrada em ambientes que não conseguem segmentar essas praças. Isso cria uma assimetria rara em mídia: mais demanda potencial, menos concorrência e preço melhor, no mesmo lugar. As dez razões abaixo estão apoiadas em dados de IPC Maps, IBGE, IAB Brasil, ANA, Pew Research e Reuters Institute.