Dados e tendências de mídia regional
Estudos, rankings e análises sobre o mercado de mídia regional brasileiro: as tendências, o comportamento da audiência e os dados que movem os veículos de todo o país.
19 resultados para “Jornalismo Regional”

O papel do jornalismo regional no fortalecimento da democracia e da identidade local
O jornalismo regional fortalece a democracia e a identidade local ao dar voz às comunidades e expor temas locais essenciais. Apesar dos desafios financeiros e da digitalização, inovações como redes sociais, parcerias e modelos de receita diversificados sustentam esse pilar democrático. O apoio de governos e empresas privadas é fundamental para garantir acesso à informação e promover a cidadania.

A Força das Conexões por meio do Jornalismo Regional
O fortalecimento do jornalismo regional é essencial para garantir acesso à informação de qualidade, especialmente em comunidades vulneráveis e isoladas, combatendo a desinformação e promovendo o desenvolvimento democrático. Investir em mídias locais gera impacto positivo na economia e na cidadania, destacando o papel crucial das mulheres e da diversidade no jornalismo digital.

No barulho da mentira, quem conhece a cidade vence: a força do jornalismo local em tempos de fake news
A confiança nas notícias está no menor patamar já medido no Brasil, mas existe uma exceção que os dados mostram com clareza: os jornais regionais e locais aparecem à frente dos grandes veículos nacionais no ranking de credibilidade do Digital News Report 2026. Para a marca, essa confiança só vira resultado quando vem acompanhada de uma rede premium, com veículos identificados, entrega auditável e caminho de compra curto. Confiança editorial mais qualidade de inventário é a combinação que o mercado ainda trata como duas conversas separadas.

Por dentro do Alright Summit: um marco para a sustentabilidade do jornalismo local
A Alright está organizando o Alright Summit, um evento que vai além dos interesses da empresa, focado na sustentabilidade do jornalismo local e no combate à desinformação, reunindo publishers, agências e representantes do governo para discutir políticas públicas e fortalecer a mídia regional.

Aner: Jornalismo, capacitação e combate à desinformação
A Aner superou desafios em 2024 com capacitação, parcerias estratégicas e combate à desinformação. Focada em inovação, uniu publishers, promoveu workshops e mira 2025 com eventos globais e expansão de colaborações, fortalecendo o mercado editorial para o futuro.

Jornalismo de proximidade: a mídia local tem futuro?
O futuro do jornalismo local depende de sua reinvenção tecnológica, fortalecimento da identidade comunitária, inovação em formatos, diversidade, combate à desinformação e cooperação entre veículos. A transformação digital é crucial para criar um ecossistema informativo forte e inclusivo.

A quem interessa a não obrigatoriedade do diploma de jornalismo?
Ao considerar a regulamentação de uma profissão, é crucial refletir sobre os motivos que justificam essa necessidade. Questões como a segurança das vidas humanas, a proteção do convívio social e a preservação da integridade e imagem de indivíduos e instituições são centrais nessa análise. As autoras deste artigo defendem que uma boa formação é essencial para evitar que práticas imperitas coloquem em risco a sociedade.

74% dos veículos de Jornalismo no Brasil planejam diversificar fontes de receita com foco em publicidade e contribuições do público
O Project Oasis lançou um relatório mapeando mais de 3 mil organizações de jornalismo digital em 68 países, incluindo informações sobre veículos brasileiros pela primeira vez. O objetivo é criar uma base de dados global para apoiar líderes de mídia, investidores, acadêmicos e formuladores de políticas na promoção da sustentabilidade e credibilidade da mídia digital.

Desertos de notícias no Brasil: o mapa que muda o planejamento de mídia
48% dos municípios brasileiros são desertos de notícias, ou seja, não têm nenhuma cobertura editorial própria. Quase metade do país vive sem espelho midiático. Esse dado costuma ser lido como crise do jornalismo, e é. Mas também é um mapa de oportunidade: em um deserto, a marca que chega com conteúdo relevante não disputa atenção, ela ocupa um vazio, com menos ruído e mais memória.