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Contratar Agência vs Internalizar: qual a melhor opção?

Existe um movimento de internalização do trabalho das agências de publicidade pelos departamentos de marketing de algumas marcas. Pepsi, Nestlé e outros grandes players do mercado anunciaram que estão trazendo parte dos serviços das agências para dentro de suas estruturas. Qual o impacto desse movimento para o setor? Será que essa é uma alternativa que melhora o resultado final de reconhecimento de marca? Ou somente a performance de vendas?

Foi com o objetivo de esclarecer estas dúvidas que o Grupo Digital RS realizou este debate com transmissão da Alright nos canais do portal Coletiva.net, Grupo de Mídia RS e Abradi RS.

Assista ao debate completo e tire suas conclusões sobre o assunto:

 

 

 

 









Alright Refresh – Vale dos Sinos: Mídia programática descomplicada

No dia 13 de setembro, a Alright, Coletiva.net e Grupo Sinos convidam agências e anunciantes para um evento que vai explorar dois assuntos que ainda são um enigma para profissionais: Dados e Mídia Programática.

Sob o tema “Mídia Programática Descomplicada”, o evento será conduzido por profissionais de empresas líderes no segmento de mídia programática no Brasil.

Glauco de Castro virá representando a Tradelab, uma plataforma multi-device de compra programática que permite aos anunciantes e agências se conectarem com seus melhores públicos por meio da utilização em tempo real de dados em grande escala.

Bruno Morales, da Tail, irá falar sobre gestão de dados. A Tail é uma empresa especializada em Data Science para publicidade digital, que atua na gestão de dados sobre o comportamento online do consumidor.

O evento possui vagas limitadas, inscreva-se aqui: http://bit.ly/refreshNH

Data: 13 de setembro, quarta-feira.
Horário: 15:00
Local: TechPark Novo Hamburgo – R. Vítor Hugo Kunz, 1743 – Hamburgo Velho

 

Outbrain amplia segmentos de recomendação e passa a oferecer produtos através do seu algoritmo.

Agora é possível desenvolver native ads para gerar tráfego diretamente em produtos sem a necessidade de produzir conteúdo.

Já falamos sobre a importância do marketing de conteúdo e como o mesmo pode ser uma ótima plataforma de vendas, e quando pensamos tornar os conteúdos relevantes para os consumidores nos aliamos aos melhores parceiros. Neste cenário a Outbrain é a plataforma que amplifica todas as ações criadas pelas marcas, sejam estas ações postagens em blogs, reviews e artigos publicados em portais, verticais, Youtube e conteúdos trabalhados em Brand Channels.

Novidade: amplifique o seu produto

Mensalmente a Outbrain realiza estudos de afinidade chamados Deep Dive. Uma das descobertas deste estudos foi que os posts com produtos tinham grande afinidade com os usuários que buscam por informações e ofertas. Foi assim que a Outbrain resolveu abrir a plataforma de native ads para ofertas de produtos, e o melhor: entrega de performance nos melhores publishers do país com um CPC (custo por clique) super competitivo.

Agora, além de conteúdos como artigos, postagens, reviews e vídeos, Outbrain recomenda diretamente páginas de produtos. Isso permite levar o usuário diretamente para uma landing page de oferta com descrição do produto ou captura de cadastros.

Veja abaixo alguns dos publishers que estão na rede da Outbrain:

Publishers Nacionais

Publishers da Região Sul

 

Tenha melhores resultados com o Pixel Multiconversão

Outbrain tem histórico com excelentes resultados através do Pixel de conversão, que faz uma modelagem lookalike dos usuários que estão convertendo para melhorar a performance continuamente. Outro diferencial da plataforma é a possibilidade de implementação do pixel multiconversão para focar na geração de leads e também em lojas de produtos, sendo possível programar diferentes KPIs de otimização, de acordo com o objetivo da campanha.

Como funciona:

Entenda o que é um pixel de conversão:
Um pixel de conversão é um código de programação acionado para indicar que um usuário concluiu com êxito uma determinada ação, como uma compra ou um registro.

Converta o perfil semelhante dos seus usuários com a Audiência Lookalike

Com a Audiência Lookalike da Outbrain, você pode alcançar um novo público mais propenso a ter interesse pela sua marca, uma vez que ele possui comportamentos e indicadores relacionados aos da sua base atual de clientes e consumidores que realizaram alguma conversão.

Outbrain é a única plataforma de native ads a oferecer Audiência Lookalike, e também a única plataforma que baseia seu modelo de lookalike na expressão genuína do interesse: o que as pessoas leem na web.

Como funciona:

 

Entenda o que é lookalike:
Lookalikes são modelados dinamicamente a partir do consumo de conteúdo de seus clientes e se adaptam, em tempo real, com base nos aprendizados e performance das campanhas que estão no ar.



Com Outbrain é possível reunir os melhores ativos do mercado de mídia digital:

 

  • Rede de Premium Publishers
  • CPC competitivo
  • Inteligência de segmentação look-alike
  • Pixel multiconversão
  • Formatos de anúncios nativos

 

Para mais informações sobre a Outbrain: comercial@alright.com.br

 

 









Pesquisa Kantar apresenta dados sobre consumo de vídeo entre as gerações X, Y e Z.

A multiplicação dos dispositivos conectados à internet está mudando a forma como consumimos conteúdo em vídeo através de diferentes telas. A frequência de anúncios na vertical está aumentando, justamente porque estamos cada vez mais assistindo vídeos online, sendo que a maior parte deste consumo é realizado através de dispositivos móveis.

Em um artigo publicado pela Alright com previsões para o mercado em 2017, a diretora-geral da Smartclip, Riza Soares já nos trouxe a popularização dos vídeos verticais, entre outras tendências, devido ao crescimento de acessos mobile. Por outro lado, o os consumidores estão mais propensos a consumirem conteúdos cada vez mais longos em vídeo.

 

A Kantar Millward Brown é especialista em fornecer informações importantes para a tomada de decisões sobre todos os aspectos da medição, monitoramento e planejamento de mídia. Em março deste ano, a empresa publicou uma pesquisa realizada entre as gerações X, Y e Z, detalhando o comportamento dessa audiência. Além de fornecer respostas sobre o consumo de mídia entre as gerações, o relatório identifica fatores que aumentam a receptividade de anúncios.

Um dado interessante levantado pela pesquisa é que a taxa de receptividade é maior quando o anúncio satisfaz uma curiosidade sobre a marca. Em seguida nota-se que as três gerações rejeitam menos anúncios onde há opções para controlar a exibição da publicidade.


Fonte: Reprodução do relatório ‘’A publicidade entre as gerações’’, 2017.

Outro ponto muito importante é a maior receptividade em relação aos anúncios em vídeo com duração até 20 segundos, conforme a indicação do gráfico abaixo.

Quando falamos de controle falamos em fornecer opção de pular, silenciar ou ocultar anúncio: a ausência dessas formas de controle geram desconforto aos usuários.

Enquanto muitos profissionais se preocupam com a popularização de adblockers, o relatório nos traz que as três gerações preferem evitar anúncios indesejados ou irrelevantes clicando nos botões de pular ou instalando versões premium que evitam propaganda.

Estas informações nos trazem alguns ensinamentos em relação ao comportamento do consumidor em relação ao conteúdo e à publicidade em vídeo na internet.

Um dos principais fatores para sucesso de uma marca hoje em relação à mídia em vídeo na web é a diversificação de formatos e o controle sobre conteúdo nas mãos do consumidor. É fundamental impactar o consumidor em diferentes momentos da sua jornada de consumo de vídeo, variando formatos tanto no tamanho como na duração.

Por isso a Alright tem orgulho em trabalhar lado-a-lado com a Smartclip, oferecendo soluções multitelas de publicidade em vídeo. O formato True View garante 100% de visualização de video até 30 segundos, distribuindo a entrega em diferentes formatos em dispositivos desktop e mobile. A interatividade oferecida pela Smartclip também é um fator muito importante na hora de engajar o consumidor com o produto.

Para conhecer mais sobre os formatos e tecnologia da Smartclip baixe o material aqui.

Veja aqui o relatório completo do Kantar.

Entre em contato conosco através do e-mail comercial@alright.com.br.










Alright no SXSW: carros open source e o design computacional.

César Paz é o nosso Secret Agent no SXSW 2017. Logo nos primeiros dias do festival, ele nos traz dois temas extremamente relevantes para debater o impacto da digitalização de negócios.

Self Driving Hackers

Desde o manifesto “The Hacker Way” do Mark Zuckerberg em 2012, o termo “hacker” começou a ficar mais pop e menos visto como algo exclusivamente criminoso. Ser um hacker é hoje um modo questionador de se posicionar diante do status quo dos negócios digitais e da forma como a tecnologia está concebida na prática, afetando o dia a dia das pessoas. A palestra do George Hotz reproduziu bem este cenário no SXSW. Pra quem ainda não procurou na Wikipedia, Hotz foi o primeiro que conseguiu desbloquear o iPhone, liberando o mesmo para funcionar em qualquer operadora. Isso gerou uma série de controvérsias em torno da abertura dos sistemas operacionais para que as pessoas pudessem escolher livremente sua operadora.

Agora o novo projeto do George Hotz é o Comma.ai, que se propõe tornar qualquer veículo um carro autônomo. Da mesma forma que o Google disponibilizou o Android para qualquer fabricante de celular, ele pretende liberar seu projeto para os fabricantes de veículos. Sob o lema “we give away software to make your car self driving”, Hotz está desafiando a Tesla (nova Apple?) que está na liderança do segmento de carros autônomos hoje.

A moral do discurso dele é o mesmo do Zuckerberg: ser hacker é um modo de pensar, de quebrar barreiras burocráticas e tecnológicas em busca de evolução.   

 

Design para robôs.

Outro momento que ficou marcado nestes primeiros dias foi a apresentação do John Maeda. Ele colocou uma perspectiva futurista para o design nos próximos anos, mostrando de forma brilhante como estamos evoluindo do design centrado no ser humano (UX) para o design centrado na linguagem computacional.

Com a evolução da automação para o uso da inteligência artificial, cada vez mais seremos obrigados a pensar como formatar produtos, como comunicar e como se relacionar de diferentes formas com sistemas inteligentes. O próprio carro autônomo é um exemplo de como os sistemas de trânsito e segurança interna veículo deverão ser desenhados para se relacionar com bots e não com motoristas de carne e osso. Diferentemente dos seres humanos, a tecnologia se reproduz em maior escala e menor tempo. Isso significa que a curva de demanda dessa tendência é exponencial, assim como a tecnologia. É o design de experiência pensado para o ser computacional, com capacidades cognitivas e escalável ao bilhão.

O resumo deste início de SXSW é de um evento muito conectado com a realidade dos negócios de hoje, mas com uma perspectiva bastante concreta para os próximos 20 anos.

 










Content Performance. Está na hora de botar o conteúdo para vender.

O marketing de conteúdo está evoluindo rapidamente, deixando de ser somente uma ferramenta de branding para se transformar numa poderosa plataforma de vendas. Hoje em dia, todas as empresas já produzem ou fazem curadoria de conteúdo em maior ou menor escala. Agora chegou a hora de conectar conteúdo com resultado.

Existe um mito muito forte no mercado de que marketing de conteúdo não vende, que conteúdo é apenas uma forma da marca se comunicar de forma não invasiva para gerar afinidade entre marca e consumidor. Só que, no final das contas, o objetivo de todo conteúdo é vender. Mas no dia a dia, vemos que as ações de venda acabam rodando numa outra trilha de comunicação muito mais agressiva e voltada para gerar resultados imediatos. Em outras palavras na visão de muitos profissionais conteúdo só serve para branding.

Quando a Michelin criou no ano de 1900 o Guia Michelin de restaurantes, tivemos a primeira ação de marketing de conteúdo da história. Era uma visão bastante avançada de que para vender pneus era interessante falar sobre restaurantes. Afinal as pessoas que tinham condições de comprar um automóvel também eram pessoas que tinham condições financeiras de experimentar bons restaurantes. E gostavam disso (Essa parte é muito importante). Um assunto não se conectava diretamente ao outro. Ou seja as pessoas não ganhavam um vale-brinde nos restaurantes do guia Michelin para trocar pneus com desconto. A Michelin estava apenas dizendo “ Eu também gosto de experimentar restaurantes e vou te ajudar a fazer isso”.

Um século depois, quando o Hubspot criou o conceito de inbound marketing parecia que o conteúdo e o resultado no caixa estavam de casamento marcado. Em muitos casos, essa previsão se confirmou. Principalmente para o setor de serviços B2B. Mas o grande varejista ainda parece bastante distante do marketing de conteúdo na hora de gerar performance no e-commerce. O desafio é a escalabilidade e velocidade demandadas pelos gigantes do varejo digital. Assim, a dificuldade em conectar conteúdo e resultado em grande escala tem tornado este casamento bastante complicado para uma grande parcela dos anunciantes. Até hoje.

General Mills: dados são os ingredientes de todas as receitas.

Quando alguém acessa o site tablespoon.com em busca de receitas e dicas de culinária está, na verdade, entrando para o grande funil de audiência e conversão dos produtos General Mills. O site não tem nada além de uma pequena linha de informação lá na base “2017 General Mills” que identifica como um site pertencente à marca. Então, por que a General Mills investe na produção de conteúdo sem dizer que é conteúdo de marca? O site, na verdade, é um grande coletor de dados de pessoas interessadas em culinária e ingredientes presentes nos produtos da empresa. O tablespoon.com tem neste momento nada menos do que 27 trackers de audiência para coleta de dados da audiência para planejamento e ativação em mídia digital. Entre as tags de audiência podemos contar diversas ad networks, além de uma DMP. A partir do momento que acessamos o site passamos a receber ofertas e também novos conteúdos sobre determinados produtos General Mills, conforme nosso comportamento, interesse e outros cruzamentos de dados. Somos levados de forma imperceptível a dividir interesses com a marca, conhecer mais seus produtos e, finalmente, levados a comprar aquilo que demonstramos interesse anteriormente.

O próprio Guia Michelin tem pelo menos 6 trackers de audiência para coleta de dados e retargeting da audiência que visita o site em busca de restaurantes com estrelas Michelin. O Guia com 117 anos de vida, agora, é uma ferramenta poderosa de dados para a Michelin.

Natura – Produto também é conteúdo.

Uma das formas mais comuns de marketing de conteúdo é a demonstração do produto. Pode parecer uma visão extremamente simplista tentar engajar audiência mostrando o seu próprio produto. Mas a verdade é que, num universo de produtos com uma gama extremamente extensa de ofertas, o consumidor procura por conteúdos que demonstrem formas de utilizar determinados produtos.

Um exemplo disso é o mercado de cosméticos. Uma infinidade de blogs e influenciadores demonstram produtos todos os dias em seu canais.

Quando a Natura decidiu demonstrar seus produtos, também aproveitou para colocar os mesmos à venda ao lado do conteúdo. Somando isso a uma estratégia abrangente de amplificação deste conteúdo em plataformas de recomendação como a Outbrain, temos uma forma bastante direta de geração de resultado através do conteúdo.

Buscapé – Comparação além do preço

Vivemos hoje na economia da abundância. Temos infinitas opções para comprar produtos eletrônicos, alimentos,  bebidas, cosméticos, roupas, automóveis. Cada vez mais dedicamos nosso tempo, não só a comparar preço, mas também a comparar os produtos entre si. É muito comum dentro do processo de compra buscar informações  sobre qual é o melhor tablet ou qual é o carro com menor valor de seguro.

O Buscapé Company, maior comparador de preços da América Latina, descobriu uma forma de ajudar o consumidor a comparar os produtos e os preços ao mesmo tempo. Foram criados rankings dos produtos mais buscados e melhores avaliados. Quando você procura “Qual é a melhor tv até 2000 reais” poderá ser levado a um conteúdo do Buscapé. Ridiculamente simples, absurdamente relevante para o usuário.

Por que conectar conteúdo com resultado no negócio?

A resposta parece bastante óbvia, mas que poucos colocam em prática. A necessidade de se comunicar com o consumidor através de conteúdo relevante é algo inegável nos dias de hoje. Porém são raros os anunciantes que dominam as tecnologias de dados disponíveis no mercado para conectar a oferta de conteúdo com o carrinho de compras.

O processo de compra online é um caminho de muitos e muitos cliques. Somente com o uso adequado de plataformas de dados e automação de marketing é possível dominar toda essa jornada de cliques com conteúdo relevante.

Por onde começar:

  • Domine sua audiência: o conteúdo nada mais é do que um assunto em comum entre a marca e o consumidor. No momento em que ambos dividem o mesmo assunto, a marca deve fazer todo o possível para continuar esta conversa. Existem diversas de plataformas capazes de compreender a audiência de um canal de conteúdo e oferecer novos conteúdos e produtos. Na visão dos especialistas em mídia, toda grande marca deveria ter uma DMP para fazer a análise de ativação de audiências, do post no blog até o carrinho de compras.
  • Crie um funil editorial: ainda vemos muitas estratégias de conteúdo que se assemelham a campanhas de curta duração e não a um planejamento editorial. Desenvolver um funil editorial demanda um pensamento mais sistêmico de entrega de conteúdo ao longo do processo de convencimento. É importante lembrar aqui que a marca não precisa necessariamente produzir todo o conteúdo. Também é possível estabelecer parcerias com produtores de conteúdo, como influenciadores, e utilizar as tecnologias de audiência dentro destes canais.
  • Escalabilidade = diversidade de canais: Experimente sair do feijão com arroz na mídia digital. Google e Facebook são ótimas plataformas de publicidade e entrega de conteúdo pois são fáceis de usar. Porém a diversificação de plataformas é uma vantagem competitiva muito importante quando observamos tendências como a explosão do mobile marketing e do consumo crescente de vídeo dentro de sites de notícias e entretenimento.

Se você chegou até aqui, significa que nós dividimos um assunto em comum. Em breve, você receberá novos conteúdos assinados pela Alright Media.










Previsões para o mercado de comunicação em 2017

É fácil fazer previsões para o mercado. Difícil é acertar. Já tivemos grandes expectativas em tendências que prometiam decolar, mas, por diferentes fatores, não corresponderam. Por isso, reunimos mais do que opiniões. Reunimos visões de profissionais que estão à frente de negócios disruptivos no mercado de comunicação. Líderes que são mais do que adivinhadores de previsões. São aqueles que transformam as tendências em realidade, compreendendo diferentes fatores de mercado e transformando em soluções concretas, plataformas e produtos para transformar o mercado de comunicação.


  1. Mobile: a integração com o mundo físico nos leva para um novo padrão de marketing digital com a mensuração de resultados off-line.
  2. Evolução do vídeo: integração entre telas em novas plataformas e novos formatos.
  3.  Automação: a integração entre plataformas está nos aproximando cada vez mais do mundo perfeito da personalização em tempo real.
  4. Dados: a qualidade dos dados será uma demanda constante e um diferencial a ser dominado.
  5. Conteúdo: a distribuição do conteúdo terá um peso cada vez maior, com mais foco no uso de dados e o controle de métricas específicas de conteúdo.

André Ferraz
CEO – IN LOCO MEDIA

Uma tendência que surgiu com muita força em 2016 é a mensuração de visitas em lojas físicas. Acredito que 2017 será o ano em que o mercado verá o Custo Por Visita como uma meta de marketing a ser dominada.

O mobile é o principal motor desse fenômeno, onde vemos cada vez mais pessoas acessando apps por mais e mais tempo. Os micromomentos do acesso no smartphone, agora, são cruciais para marcas oferecerem seus conteúdos, direcionando as pessoas para conversão em lojas físicas. Este é um expertise que agências e anunciantes terão que dominar para não serem ultrapassados por concorrentes mais ágeis no mobile.

Riza Soares
Diretora Geral – SMARTCLIP

Vejo três tendências importantes se consolidando em 2017 no universo do vídeo.

A primeira é a dos formatos de vídeo vertical que, segundo uma pesquisa da Unruly, geram até 6x mais interação do que outros formatos. O crescimento do acesso mobile vem ditando essa tendência que ganhará força em 2017. O formato é um desafio grande para publishers e plataformas de distribuição de vídeo, que ainda vivem na era do desktop.

Outro formato que vai se consolidar no próximo ano é o conteúdo ao vivo. Mesmo com todos os percalços de infraestrutura de telecomunicações que vivemos no Brasil, percebemos que cada vez mais a transmissão ao vivo de eventos, shows, esportes e outros conteúdos informativos vão tomar um lugar importante no cenário de vídeo. Aqui a monetização será o desafio para os publishers.

Finalmente, o formato de publicidade em vídeo vai sair do vídeo. O pre-roll vem mostrando tendência de queda nos mercados mais desenvolvidos. Talvez aqui no Brasil este formato ainda encontre fôlego mais algum tempo. Porém, vemos cada vez mais publicidade em vídeo em formatos “outstream”, ou seja, fora do vídeo. Segundo o eMarketer, o investimento global neste formato cresceu 440% no último ano.

Pyr Marcondes
Diretor-geral da M&M Consulting

Acredito que as grandes tendências para a indústria do marketing e da comunicação em 2017 podem ser agrupadas em 4 grandes grupos: dados, inteligência artificial e computação cognitiva, conteúdo e inovação. Será nessas grandes cadeias de conhecimento e negócios que ocorrerão as maiores transformações. No meio disso, veremos agências de propaganda e grupos de mídia com enorme dificuldade de continuarem sobrevivendo com seus mesmos modelos de negócio obsoletos tradicionais, que já não servem mais. Veremos também a explosão de uma discussão que vai ocupar as grandes manchetes, sobre ética e transparência na publicação de informações e notícias, envolvendo aí quem fugiu dessa responsabilidade nos últimos anos, mas não vai mais conseguir se eximir dessa responsabilidade, que são os big players Google e Facebook, entendidos a partir de agora e definitivamente como operações de mídia e não mais apenas de tecnologia. Entrarão nesse samba ainda Twitter, Instagram, Snapchat, You Tube e várias outras companhias que passaram a migrar sua atuação para o mundo do conteúdo. Nesse arrastão, veremos também grupos de mídia tradicional sendo igualmente cobrados por posições mais claras e, se possível, mais isentas na edição e difusão de seus conteúdos jornalísticos. O mundo caminha fortemente para uma guinada à direita e os ânimos vão se acirrar. O posicionamento ético entrará em cheque. E aí veremos de fato quem é quem nesse cenário e em quais dos players podemos de fato confiar.

Renan Kfouri
VP Brazil – ADGLOW

A televisão ainda é o meio de comunicação predominante no Brasil. Tem grande abrangência e cobertura nacional mas, quando o assunto é “influência”, cada vez mais, ela disputa a liderança com a Internet. Conforme pesquisa da Ipsos (Estudo Geral de Meios), efetuada em 2016, a televisão é apontada por 77% dos entrevistados como responsável por influenciar a opinião pública, seguida pela Internet, 76% das respostas.

O comportamento do consumidor vai além disso, em boa parte dos lares a TV já é “segunda tela”. 63 milhões de brasileiros acessam duas telas (TV + smartphone, tablet ou notebook) ao mesmo tempo. O comportamento do brasileiro é “simultâneo”: 68% dos brasileiros utilizam o smartphone enquanto assistem TV. Quando o assunto da TV chama atenção, desviam sua atenção para lá, retornando em seguida para a internet, seja “passeando” pelas redes sociais, conversando em aplicativos de comunicação instantânea, efetuando compras online e jogando.

Neste cenário, utilizar a estratégia de “multitelas” em campanhas de comunicação é um ótimo negócio; ajuda a atingir consumidores conectados de forma eficiente, apropriando-se da força e da cobertura da TV e potencializando os resultados da campanha digital.

Por isso, focamos nesse comportamento oferecendo a integração do Facebook com TV Ad Sync, da AudioMonitor. Conforme parâmetros pré-programados, as campanhas nas redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter), podem ser “disparadas” pela plataforma assim que o comercial é identificado na TV, em tempo real.

Edmardo Galli
Ceo Latam – IGNITIONONE

Acredito que as tendências para 2017 serão um desenvolvimento daquelas de 2016. Os dados são o principal foco, pois toda a tecnologia de marketing atual se baseia neles. Outra aposta é a TV programática, que já está em alta nos EUA e deve chegar aqui muito em breve, além de um crescimento ainda mais acelerado em mobile e vídeo. Contudo, acredito que veremos search caindo nos próximos anos. Ele é, sim, uma tecnologia muito funcional, mas soluções melhores e mais eficazes já existem ou estão em desenvolvimento, como é o caso do vídeo, por exemplo. A jornada de compra, da qual search é um dos principais players, se tornará cada vez mais visual, visto que nós estamos lendo cada vez menos. Em algum tempo, search não irá mais existir como o conhecemos hoje, ou terá que se reinventar. O pensamento é lógico: primeiro havia o banner; depois chegou o search; mais recentemente surgiu o banner programático; e agora realmente o vídeo veio para ficar. Essa linha do tempo é quase canibalesca, na qual uma tecnologia mais recente e poderosa destrói e consome a anterior. Entretanto, isso não significa que o vídeo é o fim da cadeia. Depois do seu momento áureo, chegará a realidade virtual para substituí-lo. E assim por diante, com alguma tecnologia superior chegando e tomando o seu lugar.

Cristiano Nobrega
CEO – TAIL – Target Audience & Insights Lab

2016 foi um ano que não admitiu publicidade sem uso de dados. O avanço tecnológico da mídia e a crise fizeram o mercado buscar o consumidor através de informação. Dos grandes anunciantes até o armazém da esquina, todos conectaram (ou tentaram) a entrega de mídia com dados.

2017 será o ano do aprimoramento essa expertise. Veremos 2 grandes tendências se consolidando:

Dados são a matéria-prima do marketing: Veremos neste ano agências e anunciantes buscando dados mais refinados e de melhor qualidade para garantir campanhas com melhores resultados.
Nessa busca por refinamento, o CRM ganha grande importância. O desafio é a escalabilidade. Empresas com bancos de dados sem muita qualificação, vão focar no enriquecimento de suas bases. E recursos como “look alike” terão um papel fundamental na capacidade de se amplificar o potencial de ativação desses dados próprios (1st party), em geral muito valiosos mas pouco volumosos para uma estratégia de comunicação.

2017 será ainda mais mobile: Quando mencionamos mobile, os apps surgem como uma fronteira a ser desbravada. Estamos aqui diante de um universo tentador, mas repleto de restrições e cuidados com a privacidade. Os Apps são ambientes mais limitados e onde dados geolocalizados por coordenadas de GPS permite inferirmos um perfil baseado no deslocamento físico, trazendo uma gama de possibilidades de segmentação para campanhas altamente relevantes e precisa.

Luiz Biagiotti
Country Manager – OUTBRAIN Brasil

2016 foi o ano em que o mercado se deu conta de que não é possível fazer marketing relevante sem ser através de conteúdo. Mas também foi o ano em que percebemos que o conteúdo demanda novas habilidades e processos. Por isso, vejo 2017 como um momento de afirmação das marcas que saíram na frente e já podem experimentar novos formatos, estratégias e métricas focadas em conteúdo. Neste nível, vemos duas grandes tendências se consolidando:

O mobile sem dúvida irá se afirmar como a principal plataforma de consumo de conteúdo. Os anunciantes terão pequenas frações de tempo para impactar e comportamentos de consumo ainda mais fragmentados para segmentar. A solução para impactar o consumidor serão alguns poucos algoritmos bem projetados capazes de segmentar audiências com relevância.

As métricas também serão um aprendizado para todo o mercado. Porque conteúdo não se mede com a mesma régua de publicidade. É preciso também ver o consumidor pela perspectiva de audiência que você fideliza e não somente de consumidores impactados.

Para finalizar, vejo que os Chat Bots e os VR devices vão ganhar relevância no content marketing em 2017.

Darwin Ribeiro
Regional Director – CADREON

O aumento contínuo do tempo gasto na Internet pressiona a escassez da atenção para a publicidade. Presenciamos em 2016 o escândalo do Facebook com a mensuração do engajamento com os vídeos publicitários. Para evitar isso, nossas campanhas sempre contaram com auditorias de terceiros para medir a qualidade do tráfego, o adensamento de peças por página, a demografia, o viewability, entre outros. Vemos para 2017 a pauta de investir nessas tecnologias de mensuração para valorizar o tempo gasto dos usuários com publicidade ganhar prioridade.

Fabiano Finger
Strategy Director Brazil – SIMILARWEB

O senso comum nos leva a pensar que a audiência da internet cresce todo ano. Se considerarmos a audiência desktop e mobile dos 100 sites mais importantes do Reino Unido, dos Estados Unidos ou do Japão, isto é verdade. Suas visitas cresceram 8%, 7% e 4% respectivamente em 2016. Mas no Brasil, o processo foi o contrário, houve uma queda geral de 14%.

Uma das categorias com maior declínio foi a dos sites de notícias: 13%. E uma das que mais cresceu foi a de universidades, especialmente em função do ensino a distância. E, contrariando tendência anteriores, as visitas a sites de empregos caíram mês a mês. Os sites de e-commerce mantiveram audiência estável. O destaque foi o maior interesse por produtos eletrônicos e para a casa, contra um menor acesso a sites de produtos infantis. No turismo, as consultas aos sites de hospedagem vêm caindo enquanto as visitas a companhias aéreas se mantiveram estáveis.

Além da crise, que afasta profissionais dos postos de trabalho, local de boa parte da navegação, há um expressivo aumento de capilaridade. Cada vez mais usuários migram dos sites dos grandes varejistas para novas empresas. Ou dos veículos consolidados para os de nicho ou mais independentes. Nesse contexto, em 2017 será ainda mais difícil fidelizar consumidores ou leitores no Brasil. E planejar a mídia para impacta-los. O grau de informação sobre concorrência digital e fontes de tráfego que o seu time tiver, através de plataformas como a SimilarWeb, será decisivo para atingir os resultados esperados.

 










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Tendências e caminhos para investir em vídeo na internet;
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Past Week, Next Year – Do Mad Men ao Mad Tech

Quando criamos o Alright Media Summit na metade deste ano, não tínhamos dúvidas de que o Pyr Marcondes era um dos melhores, senão o melhor, profissional de comunicação para conectar todos os debates em torno da revolução de comportamento, negócios e tecnologia que vivemos hoje no mercado. Aqui um resumo do que foi o Alright Media Summit.

Esta semana, num de seus artigos no Meio & Mensagem, ele tocou num ponto crucial para a transformação de negócios tradicionais em negócios digitais: Estrutura Tecnológica.

Leia os artigos do Pyr Marcondes: Gargalos do Marketing Digital 1 e Gargalos do Marketing Digital 2.

As interações do consumidor em todos os pontos de contato das marcas se multiplicaram e o fio que conecta cada interação, a entrega de conteúdo e produtos em tempo real é a tecnologia. Não existe forma escalável de coordenar uma estrutura eficiente de marketing e vendas sem uma série de camadas de tecnologia envolvendo coleta de dados, automação, compra de mídia e interação em tempo real.

A tendência que irá se confirmar logo ali, em 2017, é a de que diretores de marketing serão responsáveis por comprar mais software do que o diretor de TI. Se colocarmos nessa conta a infraestrutura de tecnologia, esse investimento pode ser maior que o próprio investimento em publicidade, segundo pesquisa realizada pela Gartner.

O marketing se tornou uma profissão digital onde os softwares são os novos intermediários. Estamos saindo da era do Mad Men para era do Mad tech.

Hoje mesmo já existem casos aqui no Brasil onde a TI e o Marketing estão unificando orçamentos pois não existe mais diferença entre um setor e outro na visão de alguns empreendedores, principalmente no e-commerce.

LEGAL! ONDE EU APRENDO ISSO?

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Como sempre aconteceu no mundo da comunicação, a academia é que vai se adaptando ao mercado. Então, você dificilmente vai aprender isso na faculdade ou no mestrado. Você vai ter que juntar os pontos por conta própria e tirar suas conclusões. Ou contar com um parceiro de tecnologia que conduza você pelo caminho certo, para explorar todo potencial que o mercado oferece, mas dentro das características do seu negócio.

Esta pesquisa feita com mais de 100 executivos de agências e anunciantes americanos mostra que mais de 60% deles não tem suporte financeiro e técnico para aprender como utilizar a tecnologia a favor dos negócios.

“Brands can no longer simply rely on agencies to provide free training but must take active steps to improve their own skills and commit to a programme of continuous media education. Training is one key tool to upgrading that internal capability, alongside recruitment, but while many recognise the benefits that better media understanding could bring to their business in a fast changing media landscape, collectively brands are failing to invest enough time and money in media training”

Acreditamos que Media Education será um foco estratégico para qualquer empresa de todos os setores em 2017.

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Isso tudo faz muito publicitário criativo coçar a cabeça e pensar em abandonar o barco, pois esse negócio ficou sem aquele charme de outros tempos. Acreditamos que é exatamente o contrário. Tecnologias de dados de consumo de conteúdo e algoritmos que entendem o comportamento do consumidor só melhoram a qualidade criativa. Uma vez que você entende mais profundamente para quem comunicar, o foco da criatividade fica mais claro e mais aprofundado. Mas isso é um papo para um post específico sobre o tema da criatividade em tempos de Mad Tech.

Leia o artigo completo no The Drum.