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Content Performance. Está na hora de botar o conteúdo para vender.

O marketing de conteúdo está evoluindo rapidamente, deixando de ser somente uma ferramenta de branding para se transformar numa poderosa plataforma de vendas. Hoje em dia, todas as empresas já produzem ou fazem curadoria de conteúdo em maior ou menor escala. Agora chegou a hora de conectar conteúdo com resultado.

Existe um mito muito forte no mercado de que marketing de conteúdo não vende, que conteúdo é apenas uma forma da marca se comunicar de forma não invasiva para gerar afinidade entre marca e consumidor. Só que, no final das contas, o objetivo de todo conteúdo é vender. Mas no dia a dia, vemos que as ações de venda acabam rodando numa outra trilha de comunicação muito mais agressiva e voltada para gerar resultados imediatos. Em outras palavras na visão de muitos profissionais conteúdo só serve para branding.

Quando a Michelin criou no ano de 1900 o Guia Michelin de restaurantes, tivemos a primeira ação de marketing de conteúdo da história. Era uma visão bastante avançada de que para vender pneus era interessante falar sobre restaurantes. Afinal as pessoas que tinham condições de comprar um automóvel também eram pessoas que tinham condições financeiras de experimentar bons restaurantes. E gostavam disso (Essa parte é muito importante). Um assunto não se conectava diretamente ao outro. Ou seja as pessoas não ganhavam um vale-brinde nos restaurantes do guia Michelin para trocar pneus com desconto. A Michelin estava apenas dizendo “ Eu também gosto de experimentar restaurantes e vou te ajudar a fazer isso”.

Um século depois, quando o Hubspot criou o conceito de inbound marketing parecia que o conteúdo e o resultado no caixa estavam de casamento marcado. Em muitos casos, essa previsão se confirmou. Principalmente para o setor de serviços B2B. Mas o grande varejista ainda parece bastante distante do marketing de conteúdo na hora de gerar performance no e-commerce. O desafio é a escalabilidade e velocidade demandadas pelos gigantes do varejo digital. Assim, a dificuldade em conectar conteúdo e resultado em grande escala tem tornado este casamento bastante complicado para uma grande parcela dos anunciantes. Até hoje.

General Mills: dados são os ingredientes de todas as receitas.

Quando alguém acessa o site tablespoon.com em busca de receitas e dicas de culinária está, na verdade, entrando para o grande funil de audiência e conversão dos produtos General Mills. O site não tem nada além de uma pequena linha de informação lá na base “2017 General Mills” que identifica como um site pertencente à marca. Então, por que a General Mills investe na produção de conteúdo sem dizer que é conteúdo de marca? O site, na verdade, é um grande coletor de dados de pessoas interessadas em culinária e ingredientes presentes nos produtos da empresa. O tablespoon.com tem neste momento nada menos do que 27 trackers de audiência para coleta de dados da audiência para planejamento e ativação em mídia digital. Entre as tags de audiência podemos contar diversas ad networks, além de uma DMP. A partir do momento que acessamos o site passamos a receber ofertas e também novos conteúdos sobre determinados produtos General Mills, conforme nosso comportamento, interesse e outros cruzamentos de dados. Somos levados de forma imperceptível a dividir interesses com a marca, conhecer mais seus produtos e, finalmente, levados a comprar aquilo que demonstramos interesse anteriormente.

O próprio Guia Michelin tem pelo menos 6 trackers de audiência para coleta de dados e retargeting da audiência que visita o site em busca de restaurantes com estrelas Michelin. O Guia com 117 anos de vida, agora, é uma ferramenta poderosa de dados para a Michelin.

Natura – Produto também é conteúdo.

Uma das formas mais comuns de marketing de conteúdo é a demonstração do produto. Pode parecer uma visão extremamente simplista tentar engajar audiência mostrando o seu próprio produto. Mas a verdade é que, num universo de produtos com uma gama extremamente extensa de ofertas, o consumidor procura por conteúdos que demonstrem formas de utilizar determinados produtos.

Um exemplo disso é o mercado de cosméticos. Uma infinidade de blogs e influenciadores demonstram produtos todos os dias em seu canais.

Quando a Natura decidiu demonstrar seus produtos, também aproveitou para colocar os mesmos à venda ao lado do conteúdo. Somando isso a uma estratégia abrangente de amplificação deste conteúdo em plataformas de recomendação como a Outbrain, temos uma forma bastante direta de geração de resultado através do conteúdo.

Buscapé – Comparação além do preço

Vivemos hoje na economia da abundância. Temos infinitas opções para comprar produtos eletrônicos, alimentos,  bebidas, cosméticos, roupas, automóveis. Cada vez mais dedicamos nosso tempo, não só a comparar preço, mas também a comparar os produtos entre si. É muito comum dentro do processo de compra buscar informações  sobre qual é o melhor tablet ou qual é o carro com menor valor de seguro.

O Buscapé Company, maior comparador de preços da América Latina, descobriu uma forma de ajudar o consumidor a comparar os produtos e os preços ao mesmo tempo. Foram criados rankings dos produtos mais buscados e melhores avaliados. Quando você procura “Qual é a melhor tv até 2000 reais” poderá ser levado a um conteúdo do Buscapé. Ridiculamente simples, absurdamente relevante para o usuário.

Por que conectar conteúdo com resultado no negócio?

A resposta parece bastante óbvia, mas que poucos colocam em prática. A necessidade de se comunicar com o consumidor através de conteúdo relevante é algo inegável nos dias de hoje. Porém são raros os anunciantes que dominam as tecnologias de dados disponíveis no mercado para conectar a oferta de conteúdo com o carrinho de compras.

O processo de compra online é um caminho de muitos e muitos cliques. Somente com o uso adequado de plataformas de dados e automação de marketing é possível dominar toda essa jornada de cliques com conteúdo relevante.

Por onde começar:

  • Domine sua audiência: o conteúdo nada mais é do que um assunto em comum entre a marca e o consumidor. No momento em que ambos dividem o mesmo assunto, a marca deve fazer todo o possível para continuar esta conversa. Existem diversas de plataformas capazes de compreender a audiência de um canal de conteúdo e oferecer novos conteúdos e produtos. Na visão dos especialistas em mídia, toda grande marca deveria ter uma DMP para fazer a análise de ativação de audiências, do post no blog até o carrinho de compras.
  • Crie um funil editorial: ainda vemos muitas estratégias de conteúdo que se assemelham a campanhas de curta duração e não a um planejamento editorial. Desenvolver um funil editorial demanda um pensamento mais sistêmico de entrega de conteúdo ao longo do processo de convencimento. É importante lembrar aqui que a marca não precisa necessariamente produzir todo o conteúdo. Também é possível estabelecer parcerias com produtores de conteúdo, como influenciadores, e utilizar as tecnologias de audiência dentro destes canais.
  • Escalabilidade = diversidade de canais: Experimente sair do feijão com arroz na mídia digital. Google e Facebook são ótimas plataformas de publicidade e entrega de conteúdo pois são fáceis de usar. Porém a diversificação de plataformas é uma vantagem competitiva muito importante quando observamos tendências como a explosão do mobile marketing e do consumo crescente de vídeo dentro de sites de notícias e entretenimento.

Se você chegou até aqui, significa que nós dividimos um assunto em comum. Em breve, você receberá novos conteúdos assinados pela Alright Media.





Previsões para o mercado de comunicação em 2017

É fácil fazer previsões para o mercado. Difícil é acertar. Já tivemos grandes expectativas em tendências que prometiam decolar, mas, por diferentes fatores, não corresponderam. Por isso, reunimos mais do que opiniões. Reunimos visões de profissionais que estão à frente de negócios disruptivos no mercado de comunicação. Líderes que são mais do que adivinhadores de previsões. São aqueles que transformam as tendências em realidade, compreendendo diferentes fatores de mercado e transformando em soluções concretas, plataformas e produtos para transformar o mercado de comunicação.


  1. Mobile: a integração com o mundo físico nos leva para um novo padrão de marketing digital com a mensuração de resultados off-line.
  2. Evolução do vídeo: integração entre telas em novas plataformas e novos formatos.
  3.  Automação: a integração entre plataformas está nos aproximando cada vez mais do mundo perfeito da personalização em tempo real.
  4. Dados: a qualidade dos dados será uma demanda constante e um diferencial a ser dominado.
  5. Conteúdo: a distribuição do conteúdo terá um peso cada vez maior, com mais foco no uso de dados e o controle de métricas específicas de conteúdo.

André Ferraz
CEO – IN LOCO MEDIA

Uma tendência que surgiu com muita força em 2016 é a mensuração de visitas em lojas físicas. Acredito que 2017 será o ano em que o mercado verá o Custo Por Visita como uma meta de marketing a ser dominada.

O mobile é o principal motor desse fenômeno, onde vemos cada vez mais pessoas acessando apps por mais e mais tempo. Os micromomentos do acesso no smartphone, agora, são cruciais para marcas oferecerem seus conteúdos, direcionando as pessoas para conversão em lojas físicas. Este é um expertise que agências e anunciantes terão que dominar para não serem ultrapassados por concorrentes mais ágeis no mobile.

Riza Soares
Diretora Geral – SMARTCLIP

Vejo três tendências importantes se consolidando em 2017 no universo do vídeo.

A primeira é a dos formatos de vídeo vertical que, segundo uma pesquisa da Unruly, geram até 6x mais interação do que outros formatos. O crescimento do acesso mobile vem ditando essa tendência que ganhará força em 2017. O formato é um desafio grande para publishers e plataformas de distribuição de vídeo, que ainda vivem na era do desktop.

Outro formato que vai se consolidar no próximo ano é o conteúdo ao vivo. Mesmo com todos os percalços de infraestrutura de telecomunicações que vivemos no Brasil, percebemos que cada vez mais a transmissão ao vivo de eventos, shows, esportes e outros conteúdos informativos vão tomar um lugar importante no cenário de vídeo. Aqui a monetização será o desafio para os publishers.

Finalmente, o formato de publicidade em vídeo vai sair do vídeo. O pre-roll vem mostrando tendência de queda nos mercados mais desenvolvidos. Talvez aqui no Brasil este formato ainda encontre fôlego mais algum tempo. Porém, vemos cada vez mais publicidade em vídeo em formatos “outstream”, ou seja, fora do vídeo. Segundo o eMarketer, o investimento global neste formato cresceu 440% no último ano.

Pyr Marcondes
Diretor-geral da M&M Consulting

Acredito que as grandes tendências para a indústria do marketing e da comunicação em 2017 podem ser agrupadas em 4 grandes grupos: dados, inteligência artificial e computação cognitiva, conteúdo e inovação. Será nessas grandes cadeias de conhecimento e negócios que ocorrerão as maiores transformações. No meio disso, veremos agências de propaganda e grupos de mídia com enorme dificuldade de continuarem sobrevivendo com seus mesmos modelos de negócio obsoletos tradicionais, que já não servem mais. Veremos também a explosão de uma discussão que vai ocupar as grandes manchetes, sobre ética e transparência na publicação de informações e notícias, envolvendo aí quem fugiu dessa responsabilidade nos últimos anos, mas não vai mais conseguir se eximir dessa responsabilidade, que são os big players Google e Facebook, entendidos a partir de agora e definitivamente como operações de mídia e não mais apenas de tecnologia. Entrarão nesse samba ainda Twitter, Instagram, Snapchat, You Tube e várias outras companhias que passaram a migrar sua atuação para o mundo do conteúdo. Nesse arrastão, veremos também grupos de mídia tradicional sendo igualmente cobrados por posições mais claras e, se possível, mais isentas na edição e difusão de seus conteúdos jornalísticos. O mundo caminha fortemente para uma guinada à direita e os ânimos vão se acirrar. O posicionamento ético entrará em cheque. E aí veremos de fato quem é quem nesse cenário e em quais dos players podemos de fato confiar.

Renan Kfouri
VP Brazil – ADGLOW

A televisão ainda é o meio de comunicação predominante no Brasil. Tem grande abrangência e cobertura nacional mas, quando o assunto é “influência”, cada vez mais, ela disputa a liderança com a Internet. Conforme pesquisa da Ipsos (Estudo Geral de Meios), efetuada em 2016, a televisão é apontada por 77% dos entrevistados como responsável por influenciar a opinião pública, seguida pela Internet, 76% das respostas.

O comportamento do consumidor vai além disso, em boa parte dos lares a TV já é “segunda tela”. 63 milhões de brasileiros acessam duas telas (TV + smartphone, tablet ou notebook) ao mesmo tempo. O comportamento do brasileiro é “simultâneo”: 68% dos brasileiros utilizam o smartphone enquanto assistem TV. Quando o assunto da TV chama atenção, desviam sua atenção para lá, retornando em seguida para a internet, seja “passeando” pelas redes sociais, conversando em aplicativos de comunicação instantânea, efetuando compras online e jogando.

Neste cenário, utilizar a estratégia de “multitelas” em campanhas de comunicação é um ótimo negócio; ajuda a atingir consumidores conectados de forma eficiente, apropriando-se da força e da cobertura da TV e potencializando os resultados da campanha digital.

Por isso, focamos nesse comportamento oferecendo a integração do Facebook com TV Ad Sync, da AudioMonitor. Conforme parâmetros pré-programados, as campanhas nas redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter), podem ser “disparadas” pela plataforma assim que o comercial é identificado na TV, em tempo real.

Edmardo Galli
Ceo Latam – IGNITIONONE

Acredito que as tendências para 2017 serão um desenvolvimento daquelas de 2016. Os dados são o principal foco, pois toda a tecnologia de marketing atual se baseia neles. Outra aposta é a TV programática, que já está em alta nos EUA e deve chegar aqui muito em breve, além de um crescimento ainda mais acelerado em mobile e vídeo. Contudo, acredito que veremos search caindo nos próximos anos. Ele é, sim, uma tecnologia muito funcional, mas soluções melhores e mais eficazes já existem ou estão em desenvolvimento, como é o caso do vídeo, por exemplo. A jornada de compra, da qual search é um dos principais players, se tornará cada vez mais visual, visto que nós estamos lendo cada vez menos. Em algum tempo, search não irá mais existir como o conhecemos hoje, ou terá que se reinventar. O pensamento é lógico: primeiro havia o banner; depois chegou o search; mais recentemente surgiu o banner programático; e agora realmente o vídeo veio para ficar. Essa linha do tempo é quase canibalesca, na qual uma tecnologia mais recente e poderosa destrói e consome a anterior. Entretanto, isso não significa que o vídeo é o fim da cadeia. Depois do seu momento áureo, chegará a realidade virtual para substituí-lo. E assim por diante, com alguma tecnologia superior chegando e tomando o seu lugar.

Cristiano Nobrega
CEO – TAIL – Target Audience & Insights Lab

2016 foi um ano que não admitiu publicidade sem uso de dados. O avanço tecnológico da mídia e a crise fizeram o mercado buscar o consumidor através de informação. Dos grandes anunciantes até o armazém da esquina, todos conectaram (ou tentaram) a entrega de mídia com dados.

2017 será o ano do aprimoramento essa expertise. Veremos 2 grandes tendências se consolidando:

Dados são a matéria-prima do marketing: Veremos neste ano agências e anunciantes buscando dados mais refinados e de melhor qualidade para garantir campanhas com melhores resultados.
Nessa busca por refinamento, o CRM ganha grande importância. O desafio é a escalabilidade. Empresas com bancos de dados sem muita qualificação, vão focar no enriquecimento de suas bases. E recursos como “look alike” terão um papel fundamental na capacidade de se amplificar o potencial de ativação desses dados próprios (1st party), em geral muito valiosos mas pouco volumosos para uma estratégia de comunicação.

2017 será ainda mais mobile: Quando mencionamos mobile, os apps surgem como uma fronteira a ser desbravada. Estamos aqui diante de um universo tentador, mas repleto de restrições e cuidados com a privacidade. Os Apps são ambientes mais limitados e onde dados geolocalizados por coordenadas de GPS permite inferirmos um perfil baseado no deslocamento físico, trazendo uma gama de possibilidades de segmentação para campanhas altamente relevantes e precisa.

Luiz Biagiotti
Country Manager – OUTBRAIN Brasil

2016 foi o ano em que o mercado se deu conta de que não é possível fazer marketing relevante sem ser através de conteúdo. Mas também foi o ano em que percebemos que o conteúdo demanda novas habilidades e processos. Por isso, vejo 2017 como um momento de afirmação das marcas que saíram na frente e já podem experimentar novos formatos, estratégias e métricas focadas em conteúdo. Neste nível, vemos duas grandes tendências se consolidando:

O mobile sem dúvida irá se afirmar como a principal plataforma de consumo de conteúdo. Os anunciantes terão pequenas frações de tempo para impactar e comportamentos de consumo ainda mais fragmentados para segmentar. A solução para impactar o consumidor serão alguns poucos algoritmos bem projetados capazes de segmentar audiências com relevância.

As métricas também serão um aprendizado para todo o mercado. Porque conteúdo não se mede com a mesma régua de publicidade. É preciso também ver o consumidor pela perspectiva de audiência que você fideliza e não somente de consumidores impactados.

Para finalizar, vejo que os Chat Bots e os VR devices vão ganhar relevância no content marketing em 2017.

Darwin Ribeiro
Regional Director – CADREON

O aumento contínuo do tempo gasto na Internet pressiona a escassez da atenção para a publicidade. Presenciamos em 2016 o escândalo do Facebook com a mensuração do engajamento com os vídeos publicitários. Para evitar isso, nossas campanhas sempre contaram com auditorias de terceiros para medir a qualidade do tráfego, o adensamento de peças por página, a demografia, o viewability, entre outros. Vemos para 2017 a pauta de investir nessas tecnologias de mensuração para valorizar o tempo gasto dos usuários com publicidade ganhar prioridade.

Fabiano Finger
Strategy Director Brazil – SIMILARWEB

O senso comum nos leva a pensar que a audiência da internet cresce todo ano. Se considerarmos a audiência desktop e mobile dos 100 sites mais importantes do Reino Unido, dos Estados Unidos ou do Japão, isto é verdade. Suas visitas cresceram 8%, 7% e 4% respectivamente em 2016. Mas no Brasil, o processo foi o contrário, houve uma queda geral de 14%.

Uma das categorias com maior declínio foi a dos sites de notícias: 13%. E uma das que mais cresceu foi a de universidades, especialmente em função do ensino a distância. E, contrariando tendência anteriores, as visitas a sites de empregos caíram mês a mês. Os sites de e-commerce mantiveram audiência estável. O destaque foi o maior interesse por produtos eletrônicos e para a casa, contra um menor acesso a sites de produtos infantis. No turismo, as consultas aos sites de hospedagem vêm caindo enquanto as visitas a companhias aéreas se mantiveram estáveis.

Além da crise, que afasta profissionais dos postos de trabalho, local de boa parte da navegação, há um expressivo aumento de capilaridade. Cada vez mais usuários migram dos sites dos grandes varejistas para novas empresas. Ou dos veículos consolidados para os de nicho ou mais independentes. Nesse contexto, em 2017 será ainda mais difícil fidelizar consumidores ou leitores no Brasil. E planejar a mídia para impacta-los. O grau de informação sobre concorrência digital e fontes de tráfego que o seu time tiver, através de plataformas como a SimilarWeb, será decisivo para atingir os resultados esperados.

 





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Past Week, Next Year – Do Mad Men ao Mad Tech

Quando criamos o Alright Media Summit na metade deste ano, não tínhamos dúvidas de que o Pyr Marcondes era um dos melhores, senão o melhor, profissional de comunicação para conectar todos os debates em torno da revolução de comportamento, negócios e tecnologia que vivemos hoje no mercado. Aqui um resumo do que foi o Alright Media Summit.

Esta semana, num de seus artigos no Meio & Mensagem, ele tocou num ponto crucial para a transformação de negócios tradicionais em negócios digitais: Estrutura Tecnológica.

Leia os artigos do Pyr Marcondes: Gargalos do Marketing Digital 1 e Gargalos do Marketing Digital 2.

As interações do consumidor em todos os pontos de contato das marcas se multiplicaram e o fio que conecta cada interação, a entrega de conteúdo e produtos em tempo real é a tecnologia. Não existe forma escalável de coordenar uma estrutura eficiente de marketing e vendas sem uma série de camadas de tecnologia envolvendo coleta de dados, automação, compra de mídia e interação em tempo real.

A tendência que irá se confirmar logo ali, em 2017, é a de que diretores de marketing serão responsáveis por comprar mais software do que o diretor de TI. Se colocarmos nessa conta a infraestrutura de tecnologia, esse investimento pode ser maior que o próprio investimento em publicidade, segundo pesquisa realizada pela Gartner.

O marketing se tornou uma profissão digital onde os softwares são os novos intermediários. Estamos saindo da era do Mad Men para era do Mad tech.

Hoje mesmo já existem casos aqui no Brasil onde a TI e o Marketing estão unificando orçamentos pois não existe mais diferença entre um setor e outro na visão de alguns empreendedores, principalmente no e-commerce.

LEGAL! ONDE EU APRENDO ISSO?

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Como sempre aconteceu no mundo da comunicação, a academia é que vai se adaptando ao mercado. Então, você dificilmente vai aprender isso na faculdade ou no mestrado. Você vai ter que juntar os pontos por conta própria e tirar suas conclusões. Ou contar com um parceiro de tecnologia que conduza você pelo caminho certo, para explorar todo potencial que o mercado oferece, mas dentro das características do seu negócio.

Esta pesquisa feita com mais de 100 executivos de agências e anunciantes americanos mostra que mais de 60% deles não tem suporte financeiro e técnico para aprender como utilizar a tecnologia a favor dos negócios.

“Brands can no longer simply rely on agencies to provide free training but must take active steps to improve their own skills and commit to a programme of continuous media education. Training is one key tool to upgrading that internal capability, alongside recruitment, but while many recognise the benefits that better media understanding could bring to their business in a fast changing media landscape, collectively brands are failing to invest enough time and money in media training”

Acreditamos que Media Education será um foco estratégico para qualquer empresa de todos os setores em 2017.

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Isso tudo faz muito publicitário criativo coçar a cabeça e pensar em abandonar o barco, pois esse negócio ficou sem aquele charme de outros tempos. Acreditamos que é exatamente o contrário. Tecnologias de dados de consumo de conteúdo e algoritmos que entendem o comportamento do consumidor só melhoram a qualidade criativa. Uma vez que você entende mais profundamente para quem comunicar, o foco da criatividade fica mais claro e mais aprofundado. Mas isso é um papo para um post específico sobre o tema da criatividade em tempos de Mad Tech.

Leia o artigo completo no The Drum.

Past Week, Next Year – O fim do modelo de negócio tradicional

Todos os dias recebemos inúmeros links de artigos e informações sobre o mercado e as mudanças cada vez mais constantes de valores, comportamento e negócios. Porém esta semana, uma frase ficou marcada como uma grande verdade ainda não dita de forma tão clara. Lá vai:

“É mais fácil uma empresa de software entrar na indústria do que a indústria contratar pessoas da área de software”.

Essa frase saiu deste artigo que coloca na mesa questões cruciais para qualquer gestor de negócio nos dias atuais. Para os nossos padrões e momento latinoamericano é ainda mais impressionante ver os pontos levantados, pois o artigo começa questionando as grandes corporações de tecnologia que estão baseadas em modelos tradicionais de distribuição, monetização e utilização da força de trabalho. Estamos diante do início de uma revolução da qual não se tem ideia do resultado final.

Essa revolução está chegando para todas as empresas e todos os setores, em todas as partes do mundo. Não importa se você é um revendedor, fabricante, um profissional de saúde, um produtor agrícola, ou de uma empresa farmacêutica. O seu modelo tradicional de distribuição, a mecânica de funcionamento, e método de criação de valor irá mudar nos próximos 5 anos; você quer liderar ou ser deixado para trás.”

O artigo lista 4 grandes fatores que estão conduzindo esta revolução:

Fator 1: Hiperconexão – não estamos só conectados pelo celular. Nosso carro, nosso tênis, nossa TV e tudo o que tem algum dado sendo processado e conectado nos transforma não só em consumidores, mas num conjunto de dados que podem ser acessados e explorados de alguma forma pela indústria.

Fator 2: Individualização – este fator se desdobra do fator 1. Se cada um de nós é um conjunto único de dados, logo podemos se acessados de forma individual pelos sistemas de automação.

Fator 3: Comoditização da tecnologia – A capacidade de processamento de dados e acesso aos dados foram reduzidos a microcentavos nos últimos anos. A nova fronteira é a inteligência artificial, capaz de processar dados de forma evolutiva, criando uma empatia entre homem-máquina que tende a igualar a capacidade da máquina emular o homem. Logo, a força de trabalho é escalável ao infinito no ambiente digital.

Fator 4: Novas habilidades nos negócios – as empresas são grandes organismos compostos por pessoas e suas habilidades funcionando num processo determinado. As habilidades necessárias estão mudando e os processos são decorrência disso.

Em seguida, o artigo enumera e explica os 6 elementos vitais para que uma empresa sobreviva a essa revolução.

Recomendamos uma leitura profunda deste material.

https://shift.newco.co/the-end-of-tech-companies-b093e82d1118#.x3jvpzp01

 

Past Week, Next Year – “Controle seus dados ou fique de fora do jogo na era digital”

Esta semana os anunciantes foram surpreendidos por esta declaração do Facebook assumindo que contabilizava de forma equivocada os views em vídeos. Não foi um descuido qualquer. Foram dois longos anos contabilizando somente 3 segundos como 1 view em vídeo. Isso mesmo: uma boa parte dos milhares de views dos seus vídeos não passaram de 3 segundos. Acredito que muita gente está com vontade de pedir o dinheiro de volta para o Mark Zuckerberg. Mas como o próprio Martin Sorrel disse à Folha “Google e Facebook jogam e apitam ao mesmo tempo.”. Para piorar, a maioria dos vídeos sequer são ouvidos no Facebook. A estimativa é de que cerca de 85% dos vídeos são vistos sem o som ativado.

Zuck, vamos usar legendas caso o som esteja desativado:

Como se defender desse tipo de “erro” no futuro? A resposta é: qualificação nos dados tanto na mensuração,como na entrega da campanha. A seleção da plataforma de distribuição de vídeo é fundamental para o sucesso de uma campanha. Quando a Alright Media estabeleceu parceria com a Smartclip, estava justamente buscando uma plataforma de vídeo que tivesse maior cobertura, melhores canais, formatos interativos, mas, principalmente, melhores ferramentas de mensuração.

A grande verdade sobre vídeo online é que estamos recém saindo da pré-história. E o meteoro ainda nem caiu na Terra para acabar com os dinossauros da TV e vídeo. Hoje, já utilizamos métricas que superam muito a mensuração de TV, baseada em pesquisa, e os “enganos” de gigantes como Google e Facebook. Somos capazes de mensurar viewability, som ativo, cobertura no target (TRP), interações e engajamento. Tudo numa única plataforma.

Na Europa, uma pesquisa recente mostrou que 92% dos consumidores se sentem insatisfeitos com a experiência geral do consumo de vídeos de marcas na web. O que os consumidores pedem na pesquisa é simples e óbvio:

  • 57% Gostariam que os video ads fossem mais curtos
  • 41% Gostariam de avançar o vídeo para escolher o que ver.
  • 21% Gostariam que os video ads fossem mais direcionados ao seu perfil.
  • 58% Seriam mais suscetíveis a ver vídeos se fossem interativos.

Por isso a variação de formatos e interatividade são tão importantes para nós da Alright Media.

 

MOBILE VÍDEO

A internet está cada vez mais no smartphone e isso muda muita coisa (além do som desligado) no consumo de vídeo. O Snapchat vem se posicionando como a nova TV da geração abaixo dos 18 anos. Dois grandes publishers do segmento esportivo se uniram para criar um programa de TV dentro do Snapchat, adaptando um formato tradicional para uma nova plataforma.

A Adidas comparou a retenção do usuário nos seus canais no Snapchat e Youtube e descobriu que o engajamento do primeiro é até 90% maior. Dois fatores importantes jogam a favor desse número para o Snapchat: o perfil da audiência e a experiência do usuário.

 

NO FIM DO DIA, ESTAMOS FALANDO DE DADOS

Não adianta falar do mesmo jeito para pessoas diferentes em plataformas diferentes. Seja em vídeo ou qualquer outro formato, é preciso conhecer a fundo a audiência e ter controle sobre a entrega.

Da escolha da plataforma ao resultado final, o retorno sobre o investimento passa pelo controle dos dados que somos capazes de coletar.

Num futuro não muito distante, as marcas vão usar a inteligência artificial para interagir individualmente com sua audiência e, também, para programar o conteúdo conforme o perfil de cada consumidor. Este estudo da Forrester Research antecipa este futuro com aplicações práticas.

“Real-time conversations, for instance, mean that customers and would-be customers become engaged, perhaps emotionally engaged, with chatbots and other such agents.”

Esta tendência também foi antecipada no nosso Planetarium onde contamos um pouco sobre o dia a dia de um vendedor de loja no futuro.

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O caminho até esse cenário futuro passa, invariavelmente, pelo entendimento do comportamento dos usuários e consumidores que a marca possui neste momento. Os anunciantes precisam compreender toda complexidade individual dos seus consumidores no ambiente digital. A explosão de conteúdos online nos tornou muito diferentes uns dos outros e não podemos mais ser agrupados por rasos dados demográficos.

A partir daí surge a necessidade de ter uma boa plataforma DMP para analisar, clusterizar e ativar as diferentes audiências que uma marca possui. Da mesma forma os veículos podem adotar esta plataforma para qualificar suas audiências. Sugerimos a leitura deste artigo onde temos inúmeras razões pelas quais marcas de veículos deveriam ter uma plataforma DMP.

Enfim, o resumo desta semana nos mostra como é importante coletar e analisar todos os dados disponíveis. Só assim teremos um planejamento mais focado, uma entrega de conteúdo mais precisa e, no fim do dia, não seremos enganados com métricas de views 3 segundos.

WebShoppers 2016 – E-commerce não sente a crise econômica do Brasil.

Realizado pela Ebit desde 2001, o WebShoppers é o  relatório de maior credibilidade sobre o comércio eletrônico brasileiro  e considerado a principal referência para os profissionais do segmento.

Tenha uma visão ampla do cenário atual do mercado de e-commerce,  as estimativas para 2016, bem como as mudanças de comportamento e preferências  dos consumidores.

Os insights obtidos pela pesquisa visam traçar o rumo do mercado de compras online e contribuir para o entendimento e desenvolvimento do setor.

Mesmo num dos piores anos da história da economia brasileira, o comércio eletrônico segue crescendo em ritmo acelerado.  Setor tem crescimento de 5,2% em relação ao mesmo período em 2015.

Destaques:

  • O Brasil registrou mais de 23,1 milhões de consumidores online
  • Mobile: 23% das vendas no mês de junho foram realizadas em smartphones.
  • Ciclo de compra:  as pessoas demoram em média 16 dias para concretizar a compra, por exemplo, de um celular/smartphone.

A Alright Media é parceira exclusiva do Buscapé Company na região sul. Juntos temos o compromisso em trazer conteúdos e soluções estratégicas para os nossos clientes, visando o crescimento do e-commerce e das marcas na região.

Veja o relatório completo: Webshoppers 2016.

 

DMEXCO 2016

Past Week, Next Year – DMEXCO 2106

Past Week, Next Year é o review semanal da Alright Media.

Trata-se de um resumo sobre os acontecimentos e debates mais quentes do mercado de Marketing Technology (MarTech) na semana que passou.

O nome é uma referência ao momento de mudanças aceleradas que vivemos. Em uma semana se avança um novo ano. Outra característica que se aplica é o tempo que as inovações e os temas principais acabam levando para se solidificarem e se tornarem, de fato, assunto no dia-a-dia de nosso mercado regional. Na semana passada foi falado, mas daqui um ano vamos ver o mercado dando real importância para a maioria das tendências.

 

DMEXCO

A semana foi marcada por mais uma edição da DMEXCO, feira especializada em AdTech, que aconteceu na Alemanha nos dias 14 e 15 de setembro, e reuniu mais de 50 mil profissionais do mundo todo. O propósito da feira é reunir as principais lideranças do setor para discutir global trends, new technology and industry issues like ad blocking, como noticiou a AdAge.

A feira desse ano teve a presença de importantes parceiros da Alright Media, com destaque para a palestra do André Ferraz da In Loco Media no painel Today´s Marketing Maze – Solving the Cross Device Problem, ao lado de Erik Johnson, do Facebook, Matt Gilis, da AOL e Michiel Van Eldik, da Vimpel; e a Smartclip que está presente na feira desde suas primeiras edições.

In loco media - DMEXCO 2016 - André Ferraz

In Loco Media no DMEXCO 2016 – André Ferraz

artigo de leitura obrigatória foi escrito pelo Henrique Russowsky, da Jussi para o Proxxima. Russowsky faz um resumo muito interessante sobre os principais temas e lições vistos noevento deste ano. Cabe destaque aqui às questões crescentes e que não encontram respostas fáceis, como é o caso da mensuração de campanhas, a reinvenção dos publishers, o papel do video digital e a complexidade do mundo multitelas.

Dias atrás, o ExchengeWire listou previsões para o evento e cravou as principais tendências do mercado. Para você que quer estar atualizado, vale anotar estes temas e começar uma pesquisa séria, buscando referências e conceitos nos maiores veículos do segmento. Vamos à lista – uma espécie de buzzword generator 😉

_ TV and video convergence (convergência da TV e do vídeo digital)
_ Data, data, data (o mundo do marketing é o mundo dos dados: big data o tempo todo)
_ Content marketing (conteúdo alavanca o engajamento)
_ IoT (sim, a tal internet das coisas. Se já está difícil dominar o digital, imagina como será em breve)
_ Creativity (criatividade e inovação é uma das receitas indicadas pelos experts)
_ Programmable advertising environments (a mídia programática evoluiu e agora se chama programável)
_ Viewability (mais transparência e qualidade na entrega da mídia)

Ano que vem tem mais.

 

MOBILE

Aproveitando o momento da virada do celular sobre o desktop como device com o maior número de usuários no Brasil, nada mais justo que mergulharmos no tema.

Segundo pesquisa TIC Domicílios, 89% dos brasileiros conectados acessam a rede por smartphone, superando computadores pela primeira vez.

A pesquisa indicou ainda que os usuários de classes menos favorecidas e com baixa escolaridade são os que mais utilizam a internet apenas pelo celular – são 44% na classe C e 65% no conjunto das classes D e E. “Quem tem mais escolaridade e renda tem múltiplas plataformas de acesso: apenas 8% dos usuários da classe A ficou restrito ao celular”, afirmou Alexandre Barbosa, gerente do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), ligado ao NIC.br.

E um artigo escrito por Vivian Schiller para o The Drum aborda tendências em mobile. São 10 tendências inspiradas na pesquisa da Reuters, algumas são obviedades, mas outras trazem informações interessantes.

Obviedades como o domínio do Facebook no consumo de notícias e a necessidade de um estratégia mobile-first para marcas e publishers. Por outro lado, faz um alerta às marcas que utilizam apenas a TV em suas campanhas para o público idoso 55+, destacando o crescimento acelerado do consumo de meios digitais por essa geração. Quem aqui tem pai/mãe, tio/tia, avô/vó no Facebook e no Whatsapp sabe muito bem do que estamos falando. Já faz tempo que o vídeo mobile não é mais só coisa de adolescente.

Ad-blocking não poderia faltar  na lista. A Vivian crava que mobile ads como conhecemos hoje não sobreviverão. E talvez a previsão mais surpreendente é que mais pessoas preferem as notícias recomendadas por algoritmos baseados nas preferências e aspectos sociais do que a escolha de editores humanos. (Indicamos a leitura do nosso e-book Planetarium para entender como estas tendências farão parte do nosso dia a dia no futuro.)

A pesquisa da Reuters tem uma seção dedicada a cada país. Aqui está o Brasil. Chama a atenção o comparativo de consumo de notícias por canal. Enquanto TV e print (jornal e revista) perdem audiência, as redes sociais, especialmente o Facebook, cresce com grande velocidade.

Consumo de notícias por canal (Brasil)

Consumo de notícias por canal (Brasil)

 

INFLUENCERS

E para fechar a semana, uma matéria da Marketing Week sobre o uso de influenciadores em campanhas de marcas traz o caso da L’Oreal e seu esquadrão da beleza. O recado da gerente da marca para o Reino Unido é claro e não poderia ser mais verdadeiro:

influencers-loreal

Depois dessa lição, só nos resta nos despedirmos.
See you next week 😉

Alright Media Summit - Pyr Marcondes - Domingos Secco Junior - Fabiano Goldoni - Cesar Paz -

Alright Media Summit 2016

O Alright Media Summit aconteceu na última sexta (29/07), durante uma manhã muito produtiva na Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, onde a intensa troca de informações e novidades do mercado de mídia digital foram os protagonistas.

Pyr Marcondes, diretor do Grupo M&M e curador do evento, junto com César Paz, atual Presidente do Conselho da AG2.Nurun, recebeu os palestrantes para o início da primeira rodada de apresentações e já foi avisando: “Não vamos discutir aqui sobre o futuro. Vamos falar sobre coisas que já são realidade.”

Cerca de 150 pessoas, entre donos de agências, diretores de mídia e gestores de marketing de marcas conhecidas estiveram presente absorvendo conteúdos inovadores, visões de futuro e recursos indispensáveis para quem atua neste mercado.

As oito empresas convidadas para apresentar no evento, foram representadas por grandes nomes do mercado, líderes no Brasil e no mundo em seus segmentos de atuação. Pelo menos cinco, das oito empresas painelistas, estiveram na mais recente edição do Proxxima em SP e de Cannes 2016.

O debate girou em torno de quatro pilares: geolocalização, inteligência de dados, mídia programática e distribuição de conteúdo.

 

 

Agenda cheia de novidades

Pyr Marcondes comandou a abertura do Summit falando sobre os desafios das agências e a necessidade de se reinventar e concluiu que: “Para as marcas, só tem uma saída: o futuro é tecnológico e data-driven”.

Depois de Pyr, foi a vez de Felipe Iacocca, especialista em Celebrity Branded Content e Sócio da IWM Agency, trazer ao contexto em que influenciadores digitais estão no comando do novo marketing. Felipe falou sobre toda a estratégia de divulgação do app BlaBlaCarBR, que conecta condutores e passageiros para compartilhar viagens. Ele mostrou como utilizou uma narrativa real com o cantor Seu Jorge na campanha da marca e finalizou o painel com a frase: “Os números vêm quando a história é bem feita”.

Fabiano Finger, Strategy Director na SimilarWeb, afirmou que o crescimento exponencial das tecnologias causa disrupção e transformações para as agências tradicionais. Fabiano trouxe números da plataforma que mostra dados e estatísticas de tráfego de sites e aplicativos, através do estudo de caso de um dos maiores fenômenos dos últimos dias: o Pokémon Go!

Sobre programática, Darwin Ribeiro, Diretor-Geral da Cadreon no Brasil, apontou que a ferramenta tem a função de conseguir criar um veículo para a própria marca. E iniciou sua participação com a apresentação do vídeo da Axe, short list em Cannes na categoria mídia, que teve amplo uso de dados e programática.

Cristiano Nóbrega, da Tail Target, começou a fala mostrando um vídeo sobre o Humano 2.0, capaz de interagir em tempo real com dados e mostrou vantagens no uso de uma DMP na ativação de audiência através de segmentação customizada.

Já a frase na camiseta do palestrante André Ferraz, CEO da In Loco Media, resumiu seu painel: “Localização é tudo!”. André afirmou que a In Loco Media é hoje a única ad-tech do mundo a ter um sistema de localização indoor capaz de atribuir métricas de comportamento no mundo físico à campanhas publicitárias.

Outro destaque do evento foi a Diretora-Geral da Smartclip no Brasil Riza Soares, discorrendo sobre o futuro da televisão conectada e vídeos online em que o consumidor se torna o diretor do vídeo sob demanda.

“Se o conteúdo é rei, a distribuição é a rainha”, falou Luiz Biagiotti, responsável pela operação brasileira da maior plataforma de recomendação global de conteúdo, a Outbrain. Ele chegou com tudo no evento e colocou em xeque as armadilhas do marketing digital de conteúdo.

Cristiano Nóbrega, da Tail Target falou sobre como grandes anunciantes estão usando a maior plataforma de dados da América Latina para gerar resultados. E Edmardo Galli, Diretor LatAm da IgnitionOne trouxe fatos de como a automação e a inteligência de dados são capazes de reconhecer os usuários com maior potencial de engajamento.

O Alright Media Summit contribuiu para o fomento da acessibilidade aos principais recursos de mídia digitais e aprendizado decolando com a missão de qualificar o mercado publicitário da região sul do país, e trazer à tona caminhos tangíveis e viáveis para que agências e marcas transitem e se fortaleçam no novo cenário.

 

Serviço do Evento:

Quando
29 de julho 2016 – 8h Welcome Coffee / 8h30 Iniciaram os paineis / 13h Encerramento

Onde
Museu Iberê Camargo – Porto Alegre RS

Público
150 convidados
Donos de agências, diretores de mídia e gestores de marketing de anunciantes

Contexto
O Alright Media Summit trouxe as grandes tendências em marketing digital e seus impactos sobre os modelos atuais de negócio.

Pyr Marcondes, Diretor Geral da M&M Consulting, do Grupo Meio & Mensagem, fez a mediação dos debates.

O Pyr junto com o Cesar Paz, Presidente do conselho da AG2 Nurum, foram os curadores do evento. Eles selecionaram os principais temas e convidaram grandes nomes do mercado. Foram pelo menos cinco painelistas da mais recente edição do Proxxima em SP e de Cannes 2016.

O Summit foi um momento de intensa troca de informações e aprendizado, que teve por objetivo qualificar o mercado publicitário da nossa região.

 

Painelistas, Temas e Conteúdo:

Pyr Marcondes – Diretor Geral da M&M Consulting, do Grupo Meio & Mensagem
“Bem-vindos a 2020.”
As principais tendências de marketing digital para sua marca e agência estão a sua disposição. Vai pegar ou vai passar?

André Ferraz – CEO da In Loco Media
“Localização é a nova busca.”
O Brasil criou a tecnologia mais precisa de localização do mundo. Entenda como o celular pode ser o prato principal do seus esforços de marketing usando dados de retargeting e una PDV físico ao digital.

Luiz Biagiotti – Country Manager Brasil da Outbrain
“Marcas são veículos. E agora?”
Se conteúdo é o rei, distribuição é a rainha. Entenda como sua marca pode atingir o público certo através do uso de conteúdo próprio, adquirido e pago.

Riza Soares – Diretora-geral da Smartclip no Brasil
“Video on demand e o futuro da TV”
VoD é o novo preto. O que marcas e agências precisam saber sobre os novos hábitos dos brasileiros e os novos formatos da mídia líder em investimentos

Cistiano Nóbrega – CEO da Tail Target
“WTF is DMP?”
Casos de uso e benefícios da plataforma que promete dar mais eficiência aos investimentos e conhecimento dos targets da marca.

Edmardo Galli – Diretor LatAm da IgnitionOne
“Plataforma unificada de mídia. Sonho ou realidade?”
Conheça modelos de atribuição, clusterização e modelagem de investimentos. Tudo num só lugar.

Felipe Iacocca – Sócio da IWM Agency
“Você continua promovendo posts no Facebook? OMG!”
Influenciadores digitais estão no comando do novo marketing. Conheça casos de grande sucesso usando uma das ferramentas mais efetivas de todos os tempos.

Darwin Ribeiro – Diretor-geral no Brasil da Cadreon
“Para onde a mídia programática vai nos levar?”
O modelo programático começa pelo digital e já engloba meios tradicionais como o print, rádio e TV em vários países. Qual é o impacto disso no dia-a-dia de marcas e agências? Veja Como gigantes como Unilever, Samsung e Coca-Cola estão trabalhando.

Cesar Paz – Presidente do conselho da AG2 Nurum
“O modelo derreteu.”
Uma breve reflexão sobre os caminhos e os espinhos e o mercado além do tradigital.