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E-BOOK – “A EVOLUÇÃO DO VÍDEO NO UNIVERSO MULTITELAS”

Com a popularização da compra programática, a publicidade está entrando na era da ciência de dados.

Você está preparado?

Você investe em vídeo online, mas não consegue comparar ou competir com as métricas de TV?

Juntamente com a Smartclip, reunimos dados de mercado, tendências e pontuamos tudo que você precisa para saber para investir sua verba de mídia com mais precisão e segurança de entrega.

Nós convidamos você a baixar este material gratuito para saber mais sobre:

Tendências e caminhos para investir em vídeo na internet;
Métricas certas: A chave para investir;
Produtos de vídeo; Verdades sobre Viewability;
O que realmente importa para começar;
Como alcançar nível de excelência em mídia digital;
Inspirações para colocar em prática.

Preencha o formulário para ler agora o e-book exclusivo “A evolução do vídeo no universo multitelas”

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Past Week, Next Year – Do Mad Men ao Mad Tech

Quando criamos o Alright Media Summit na metade deste ano, não tínhamos dúvidas de que o Pyr Marcondes era um dos melhores, senão o melhor, profissional de comunicação para conectar todos os debates em torno da revolução de comportamento, negócios e tecnologia que vivemos hoje no mercado. Aqui um resumo do que foi o Alright Media Summit.

Esta semana, num de seus artigos no Meio & Mensagem, ele tocou num ponto crucial para a transformação de negócios tradicionais em negócios digitais: Estrutura Tecnológica.

Leia os artigos do Pyr Marcondes: Gargalos do Marketing Digital 1 e Gargalos do Marketing Digital 2.

As interações do consumidor em todos os pontos de contato das marcas se multiplicaram e o fio que conecta cada interação, a entrega de conteúdo e produtos em tempo real é a tecnologia. Não existe forma escalável de coordenar uma estrutura eficiente de marketing e vendas sem uma série de camadas de tecnologia envolvendo coleta de dados, automação, compra de mídia e interação em tempo real.

A tendência que irá se confirmar logo ali, em 2017, é a de que diretores de marketing serão responsáveis por comprar mais software do que o diretor de TI. Se colocarmos nessa conta a infraestrutura de tecnologia, esse investimento pode ser maior que o próprio investimento em publicidade, segundo pesquisa realizada pela Gartner.

O marketing se tornou uma profissão digital onde os softwares são os novos intermediários. Estamos saindo da era do Mad Men para era do Mad tech.

Hoje mesmo já existem casos aqui no Brasil onde a TI e o Marketing estão unificando orçamentos pois não existe mais diferença entre um setor e outro na visão de alguns empreendedores, principalmente no e-commerce.

LEGAL! ONDE EU APRENDO ISSO?

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Como sempre aconteceu no mundo da comunicação, a academia é que vai se adaptando ao mercado. Então, você dificilmente vai aprender isso na faculdade ou no mestrado. Você vai ter que juntar os pontos por conta própria e tirar suas conclusões. Ou contar com um parceiro de tecnologia que conduza você pelo caminho certo, para explorar todo potencial que o mercado oferece, mas dentro das características do seu negócio.

Esta pesquisa feita com mais de 100 executivos de agências e anunciantes americanos mostra que mais de 60% deles não tem suporte financeiro e técnico para aprender como utilizar a tecnologia a favor dos negócios.

“Brands can no longer simply rely on agencies to provide free training but must take active steps to improve their own skills and commit to a programme of continuous media education. Training is one key tool to upgrading that internal capability, alongside recruitment, but while many recognise the benefits that better media understanding could bring to their business in a fast changing media landscape, collectively brands are failing to invest enough time and money in media training”

Acreditamos que Media Education será um foco estratégico para qualquer empresa de todos os setores em 2017.

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Isso tudo faz muito publicitário criativo coçar a cabeça e pensar em abandonar o barco, pois esse negócio ficou sem aquele charme de outros tempos. Acreditamos que é exatamente o contrário. Tecnologias de dados de consumo de conteúdo e algoritmos que entendem o comportamento do consumidor só melhoram a qualidade criativa. Uma vez que você entende mais profundamente para quem comunicar, o foco da criatividade fica mais claro e mais aprofundado. Mas isso é um papo para um post específico sobre o tema da criatividade em tempos de Mad Tech.

Leia o artigo completo no The Drum.

Past Week, Next Year – O fim do modelo de negócio tradicional

Todos os dias recebemos inúmeros links de artigos e informações sobre o mercado e as mudanças cada vez mais constantes de valores, comportamento e negócios. Porém esta semana, uma frase ficou marcada como uma grande verdade ainda não dita de forma tão clara. Lá vai:

“É mais fácil uma empresa de software entrar na indústria do que a indústria contratar pessoas da área de software”.

Essa frase saiu deste artigo que coloca na mesa questões cruciais para qualquer gestor de negócio nos dias atuais. Para os nossos padrões e momento latinoamericano é ainda mais impressionante ver os pontos levantados, pois o artigo começa questionando as grandes corporações de tecnologia que estão baseadas em modelos tradicionais de distribuição, monetização e utilização da força de trabalho. Estamos diante do início de uma revolução da qual não se tem ideia do resultado final.

Essa revolução está chegando para todas as empresas e todos os setores, em todas as partes do mundo. Não importa se você é um revendedor, fabricante, um profissional de saúde, um produtor agrícola, ou de uma empresa farmacêutica. O seu modelo tradicional de distribuição, a mecânica de funcionamento, e método de criação de valor irá mudar nos próximos 5 anos; você quer liderar ou ser deixado para trás.”

O artigo lista 4 grandes fatores que estão conduzindo esta revolução:

Fator 1: Hiperconexão – não estamos só conectados pelo celular. Nosso carro, nosso tênis, nossa TV e tudo o que tem algum dado sendo processado e conectado nos transforma não só em consumidores, mas num conjunto de dados que podem ser acessados e explorados de alguma forma pela indústria.

Fator 2: Individualização – este fator se desdobra do fator 1. Se cada um de nós é um conjunto único de dados, logo podemos se acessados de forma individual pelos sistemas de automação.

Fator 3: Comoditização da tecnologia – A capacidade de processamento de dados e acesso aos dados foram reduzidos a microcentavos nos últimos anos. A nova fronteira é a inteligência artificial, capaz de processar dados de forma evolutiva, criando uma empatia entre homem-máquina que tende a igualar a capacidade da máquina emular o homem. Logo, a força de trabalho é escalável ao infinito no ambiente digital.

Fator 4: Novas habilidades nos negócios – as empresas são grandes organismos compostos por pessoas e suas habilidades funcionando num processo determinado. As habilidades necessárias estão mudando e os processos são decorrência disso.

Em seguida, o artigo enumera e explica os 6 elementos vitais para que uma empresa sobreviva a essa revolução.

Recomendamos uma leitura profunda deste material.

https://shift.newco.co/the-end-of-tech-companies-b093e82d1118#.x3jvpzp01

 

Past Week, Next Year – “Controle seus dados ou fique de fora do jogo na era digital”

Esta semana os anunciantes foram surpreendidos por esta declaração do Facebook assumindo que contabilizava de forma equivocada os views em vídeos. Não foi um descuido qualquer. Foram dois longos anos contabilizando somente 3 segundos como 1 view em vídeo. Isso mesmo: uma boa parte dos milhares de views dos seus vídeos não passaram de 3 segundos. Acredito que muita gente está com vontade de pedir o dinheiro de volta para o Mark Zuckerberg. Mas como o próprio Martin Sorrel disse à Folha “Google e Facebook jogam e apitam ao mesmo tempo.”. Para piorar, a maioria dos vídeos sequer são ouvidos no Facebook. A estimativa é de que cerca de 85% dos vídeos são vistos sem o som ativado.

Zuck, vamos usar legendas caso o som esteja desativado:

Como se defender desse tipo de “erro” no futuro? A resposta é: qualificação nos dados tanto na mensuração,como na entrega da campanha. A seleção da plataforma de distribuição de vídeo é fundamental para o sucesso de uma campanha. Quando a Alright Media estabeleceu parceria com a Smartclip, estava justamente buscando uma plataforma de vídeo que tivesse maior cobertura, melhores canais, formatos interativos, mas, principalmente, melhores ferramentas de mensuração.

A grande verdade sobre vídeo online é que estamos recém saindo da pré-história. E o meteoro ainda nem caiu na Terra para acabar com os dinossauros da TV e vídeo. Hoje, já utilizamos métricas que superam muito a mensuração de TV, baseada em pesquisa, e os “enganos” de gigantes como Google e Facebook. Somos capazes de mensurar viewability, som ativo, cobertura no target (TRP), interações e engajamento. Tudo numa única plataforma.

Na Europa, uma pesquisa recente mostrou que 92% dos consumidores se sentem insatisfeitos com a experiência geral do consumo de vídeos de marcas na web. O que os consumidores pedem na pesquisa é simples e óbvio:

  • 57% Gostariam que os video ads fossem mais curtos
  • 41% Gostariam de avançar o vídeo para escolher o que ver.
  • 21% Gostariam que os video ads fossem mais direcionados ao seu perfil.
  • 58% Seriam mais suscetíveis a ver vídeos se fossem interativos.

Por isso a variação de formatos e interatividade são tão importantes para nós da Alright Media.

 

MOBILE VÍDEO

A internet está cada vez mais no smartphone e isso muda muita coisa (além do som desligado) no consumo de vídeo. O Snapchat vem se posicionando como a nova TV da geração abaixo dos 18 anos. Dois grandes publishers do segmento esportivo se uniram para criar um programa de TV dentro do Snapchat, adaptando um formato tradicional para uma nova plataforma.

A Adidas comparou a retenção do usuário nos seus canais no Snapchat e Youtube e descobriu que o engajamento do primeiro é até 90% maior. Dois fatores importantes jogam a favor desse número para o Snapchat: o perfil da audiência e a experiência do usuário.

 

NO FIM DO DIA, ESTAMOS FALANDO DE DADOS

Não adianta falar do mesmo jeito para pessoas diferentes em plataformas diferentes. Seja em vídeo ou qualquer outro formato, é preciso conhecer a fundo a audiência e ter controle sobre a entrega.

Da escolha da plataforma ao resultado final, o retorno sobre o investimento passa pelo controle dos dados que somos capazes de coletar.

Num futuro não muito distante, as marcas vão usar a inteligência artificial para interagir individualmente com sua audiência e, também, para programar o conteúdo conforme o perfil de cada consumidor. Este estudo da Forrester Research antecipa este futuro com aplicações práticas.

“Real-time conversations, for instance, mean that customers and would-be customers become engaged, perhaps emotionally engaged, with chatbots and other such agents.”

Esta tendência também foi antecipada no nosso Planetarium onde contamos um pouco sobre o dia a dia de um vendedor de loja no futuro.

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O caminho até esse cenário futuro passa, invariavelmente, pelo entendimento do comportamento dos usuários e consumidores que a marca possui neste momento. Os anunciantes precisam compreender toda complexidade individual dos seus consumidores no ambiente digital. A explosão de conteúdos online nos tornou muito diferentes uns dos outros e não podemos mais ser agrupados por rasos dados demográficos.

A partir daí surge a necessidade de ter uma boa plataforma DMP para analisar, clusterizar e ativar as diferentes audiências que uma marca possui. Da mesma forma os veículos podem adotar esta plataforma para qualificar suas audiências. Sugerimos a leitura deste artigo onde temos inúmeras razões pelas quais marcas de veículos deveriam ter uma plataforma DMP.

Enfim, o resumo desta semana nos mostra como é importante coletar e analisar todos os dados disponíveis. Só assim teremos um planejamento mais focado, uma entrega de conteúdo mais precisa e, no fim do dia, não seremos enganados com métricas de views 3 segundos.

WebShoppers 2016 – E-commerce não sente a crise econômica do Brasil.

Realizado pela Ebit desde 2001, o WebShoppers é o  relatório de maior credibilidade sobre o comércio eletrônico brasileiro  e considerado a principal referência para os profissionais do segmento.

Tenha uma visão ampla do cenário atual do mercado de e-commerce,  as estimativas para 2016, bem como as mudanças de comportamento e preferências  dos consumidores.

Os insights obtidos pela pesquisa visam traçar o rumo do mercado de compras online e contribuir para o entendimento e desenvolvimento do setor.

Mesmo num dos piores anos da história da economia brasileira, o comércio eletrônico segue crescendo em ritmo acelerado.  Setor tem crescimento de 5,2% em relação ao mesmo período em 2015.

Destaques:

  • O Brasil registrou mais de 23,1 milhões de consumidores online
  • Mobile: 23% das vendas no mês de junho foram realizadas em smartphones.
  • Ciclo de compra:  as pessoas demoram em média 16 dias para concretizar a compra, por exemplo, de um celular/smartphone.

A Alright Media é parceira exclusiva do Buscapé Company na região sul. Juntos temos o compromisso em trazer conteúdos e soluções estratégicas para os nossos clientes, visando o crescimento do e-commerce e das marcas na região.

Veja o relatório completo: Webshoppers 2016.

 

DMEXCO 2016

Past Week, Next Year – DMEXCO 2106

Past Week, Next Year é o review semanal da Alright Media.

Trata-se de um resumo sobre os acontecimentos e debates mais quentes do mercado de Marketing Technology (MarTech) na semana que passou.

O nome é uma referência ao momento de mudanças aceleradas que vivemos. Em uma semana se avança um novo ano. Outra característica que se aplica é o tempo que as inovações e os temas principais acabam levando para se solidificarem e se tornarem, de fato, assunto no dia-a-dia de nosso mercado regional. Na semana passada foi falado, mas daqui um ano vamos ver o mercado dando real importância para a maioria das tendências.

 

DMEXCO

A semana foi marcada por mais uma edição da DMEXCO, feira especializada em AdTech, que aconteceu na Alemanha nos dias 14 e 15 de setembro, e reuniu mais de 50 mil profissionais do mundo todo. O propósito da feira é reunir as principais lideranças do setor para discutir global trends, new technology and industry issues like ad blocking, como noticiou a AdAge.

A feira desse ano teve a presença de importantes parceiros da Alright Media, com destaque para a palestra do André Ferraz da In Loco Media no painel Today´s Marketing Maze – Solving the Cross Device Problem, ao lado de Erik Johnson, do Facebook, Matt Gilis, da AOL e Michiel Van Eldik, da Vimpel; e a Smartclip que está presente na feira desde suas primeiras edições.

In loco media - DMEXCO 2016 - André Ferraz

In Loco Media no DMEXCO 2016 – André Ferraz

artigo de leitura obrigatória foi escrito pelo Henrique Russowsky, da Jussi para o Proxxima. Russowsky faz um resumo muito interessante sobre os principais temas e lições vistos noevento deste ano. Cabe destaque aqui às questões crescentes e que não encontram respostas fáceis, como é o caso da mensuração de campanhas, a reinvenção dos publishers, o papel do video digital e a complexidade do mundo multitelas.

Dias atrás, o ExchengeWire listou previsões para o evento e cravou as principais tendências do mercado. Para você que quer estar atualizado, vale anotar estes temas e começar uma pesquisa séria, buscando referências e conceitos nos maiores veículos do segmento. Vamos à lista – uma espécie de buzzword generator 😉

_ TV and video convergence (convergência da TV e do vídeo digital)
_ Data, data, data (o mundo do marketing é o mundo dos dados: big data o tempo todo)
_ Content marketing (conteúdo alavanca o engajamento)
_ IoT (sim, a tal internet das coisas. Se já está difícil dominar o digital, imagina como será em breve)
_ Creativity (criatividade e inovação é uma das receitas indicadas pelos experts)
_ Programmable advertising environments (a mídia programática evoluiu e agora se chama programável)
_ Viewability (mais transparência e qualidade na entrega da mídia)

Ano que vem tem mais.

 

MOBILE

Aproveitando o momento da virada do celular sobre o desktop como device com o maior número de usuários no Brasil, nada mais justo que mergulharmos no tema.

Segundo pesquisa TIC Domicílios, 89% dos brasileiros conectados acessam a rede por smartphone, superando computadores pela primeira vez.

A pesquisa indicou ainda que os usuários de classes menos favorecidas e com baixa escolaridade são os que mais utilizam a internet apenas pelo celular – são 44% na classe C e 65% no conjunto das classes D e E. “Quem tem mais escolaridade e renda tem múltiplas plataformas de acesso: apenas 8% dos usuários da classe A ficou restrito ao celular”, afirmou Alexandre Barbosa, gerente do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), ligado ao NIC.br.

E um artigo escrito por Vivian Schiller para o The Drum aborda tendências em mobile. São 10 tendências inspiradas na pesquisa da Reuters, algumas são obviedades, mas outras trazem informações interessantes.

Obviedades como o domínio do Facebook no consumo de notícias e a necessidade de um estratégia mobile-first para marcas e publishers. Por outro lado, faz um alerta às marcas que utilizam apenas a TV em suas campanhas para o público idoso 55+, destacando o crescimento acelerado do consumo de meios digitais por essa geração. Quem aqui tem pai/mãe, tio/tia, avô/vó no Facebook e no Whatsapp sabe muito bem do que estamos falando. Já faz tempo que o vídeo mobile não é mais só coisa de adolescente.

Ad-blocking não poderia faltar  na lista. A Vivian crava que mobile ads como conhecemos hoje não sobreviverão. E talvez a previsão mais surpreendente é que mais pessoas preferem as notícias recomendadas por algoritmos baseados nas preferências e aspectos sociais do que a escolha de editores humanos. (Indicamos a leitura do nosso e-book Planetarium para entender como estas tendências farão parte do nosso dia a dia no futuro.)

A pesquisa da Reuters tem uma seção dedicada a cada país. Aqui está o Brasil. Chama a atenção o comparativo de consumo de notícias por canal. Enquanto TV e print (jornal e revista) perdem audiência, as redes sociais, especialmente o Facebook, cresce com grande velocidade.

Consumo de notícias por canal (Brasil)

Consumo de notícias por canal (Brasil)

 

INFLUENCERS

E para fechar a semana, uma matéria da Marketing Week sobre o uso de influenciadores em campanhas de marcas traz o caso da L’Oreal e seu esquadrão da beleza. O recado da gerente da marca para o Reino Unido é claro e não poderia ser mais verdadeiro:

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Depois dessa lição, só nos resta nos despedirmos.
See you next week 😉

Alright Media Summit - Pyr Marcondes - Domingos Secco Junior - Fabiano Goldoni - Cesar Paz -

Alright Media Summit 2016

O Alright Media Summit aconteceu na última sexta (29/07), durante uma manhã muito produtiva na Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, onde a intensa troca de informações e novidades do mercado de mídia digital foram os protagonistas.

Pyr Marcondes, diretor do Grupo M&M e curador do evento, junto com César Paz, atual Presidente do Conselho da AG2.Nurun, recebeu os palestrantes para o início da primeira rodada de apresentações e já foi avisando: “Não vamos discutir aqui sobre o futuro. Vamos falar sobre coisas que já são realidade.”

Cerca de 150 pessoas, entre donos de agências, diretores de mídia e gestores de marketing de marcas conhecidas estiveram presente absorvendo conteúdos inovadores, visões de futuro e recursos indispensáveis para quem atua neste mercado.

As oito empresas convidadas para apresentar no evento, foram representadas por grandes nomes do mercado, líderes no Brasil e no mundo em seus segmentos de atuação. Pelo menos cinco, das oito empresas painelistas, estiveram na mais recente edição do Proxxima em SP e de Cannes 2016.

O debate girou em torno de quatro pilares: geolocalização, inteligência de dados, mídia programática e distribuição de conteúdo.

 

 

Agenda cheia de novidades

Pyr Marcondes comandou a abertura do Summit falando sobre os desafios das agências e a necessidade de se reinventar e concluiu que: “Para as marcas, só tem uma saída: o futuro é tecnológico e data-driven”.

Depois de Pyr, foi a vez de Felipe Iacocca, especialista em Celebrity Branded Content e Sócio da IWM Agency, trazer ao contexto em que influenciadores digitais estão no comando do novo marketing. Felipe falou sobre toda a estratégia de divulgação do app BlaBlaCarBR, que conecta condutores e passageiros para compartilhar viagens. Ele mostrou como utilizou uma narrativa real com o cantor Seu Jorge na campanha da marca e finalizou o painel com a frase: “Os números vêm quando a história é bem feita”.

Fabiano Finger, Strategy Director na SimilarWeb, afirmou que o crescimento exponencial das tecnologias causa disrupção e transformações para as agências tradicionais. Fabiano trouxe números da plataforma que mostra dados e estatísticas de tráfego de sites e aplicativos, através do estudo de caso de um dos maiores fenômenos dos últimos dias: o Pokémon Go!

Sobre programática, Darwin Ribeiro, Diretor-Geral da Cadreon no Brasil, apontou que a ferramenta tem a função de conseguir criar um veículo para a própria marca. E iniciou sua participação com a apresentação do vídeo da Axe, short list em Cannes na categoria mídia, que teve amplo uso de dados e programática.

Cristiano Nóbrega, da Tail Target, começou a fala mostrando um vídeo sobre o Humano 2.0, capaz de interagir em tempo real com dados e mostrou vantagens no uso de uma DMP na ativação de audiência através de segmentação customizada.

Já a frase na camiseta do palestrante André Ferraz, CEO da In Loco Media, resumiu seu painel: “Localização é tudo!”. André afirmou que a In Loco Media é hoje a única ad-tech do mundo a ter um sistema de localização indoor capaz de atribuir métricas de comportamento no mundo físico à campanhas publicitárias.

Outro destaque do evento foi a Diretora-Geral da Smartclip no Brasil Riza Soares, discorrendo sobre o futuro da televisão conectada e vídeos online em que o consumidor se torna o diretor do vídeo sob demanda.

“Se o conteúdo é rei, a distribuição é a rainha”, falou Luiz Biagiotti, responsável pela operação brasileira da maior plataforma de recomendação global de conteúdo, a Outbrain. Ele chegou com tudo no evento e colocou em xeque as armadilhas do marketing digital de conteúdo.

Cristiano Nóbrega, da Tail Target falou sobre como grandes anunciantes estão usando a maior plataforma de dados da América Latina para gerar resultados. E Edmardo Galli, Diretor LatAm da IgnitionOne trouxe fatos de como a automação e a inteligência de dados são capazes de reconhecer os usuários com maior potencial de engajamento.

O Alright Media Summit contribuiu para o fomento da acessibilidade aos principais recursos de mídia digitais e aprendizado decolando com a missão de qualificar o mercado publicitário da região sul do país, e trazer à tona caminhos tangíveis e viáveis para que agências e marcas transitem e se fortaleçam no novo cenário.

 

Serviço do Evento:

Quando
29 de julho 2016 – 8h Welcome Coffee / 8h30 Iniciaram os paineis / 13h Encerramento

Onde
Museu Iberê Camargo – Porto Alegre RS

Público
150 convidados
Donos de agências, diretores de mídia e gestores de marketing de anunciantes

Contexto
O Alright Media Summit trouxe as grandes tendências em marketing digital e seus impactos sobre os modelos atuais de negócio.

Pyr Marcondes, Diretor Geral da M&M Consulting, do Grupo Meio & Mensagem, fez a mediação dos debates.

O Pyr junto com o Cesar Paz, Presidente do conselho da AG2 Nurum, foram os curadores do evento. Eles selecionaram os principais temas e convidaram grandes nomes do mercado. Foram pelo menos cinco painelistas da mais recente edição do Proxxima em SP e de Cannes 2016.

O Summit foi um momento de intensa troca de informações e aprendizado, que teve por objetivo qualificar o mercado publicitário da nossa região.

 

Painelistas, Temas e Conteúdo:

Pyr Marcondes – Diretor Geral da M&M Consulting, do Grupo Meio & Mensagem
“Bem-vindos a 2020.”
As principais tendências de marketing digital para sua marca e agência estão a sua disposição. Vai pegar ou vai passar?

André Ferraz – CEO da In Loco Media
“Localização é a nova busca.”
O Brasil criou a tecnologia mais precisa de localização do mundo. Entenda como o celular pode ser o prato principal do seus esforços de marketing usando dados de retargeting e una PDV físico ao digital.

Luiz Biagiotti – Country Manager Brasil da Outbrain
“Marcas são veículos. E agora?”
Se conteúdo é o rei, distribuição é a rainha. Entenda como sua marca pode atingir o público certo através do uso de conteúdo próprio, adquirido e pago.

Riza Soares – Diretora-geral da Smartclip no Brasil
“Video on demand e o futuro da TV”
VoD é o novo preto. O que marcas e agências precisam saber sobre os novos hábitos dos brasileiros e os novos formatos da mídia líder em investimentos

Cistiano Nóbrega – CEO da Tail Target
“WTF is DMP?”
Casos de uso e benefícios da plataforma que promete dar mais eficiência aos investimentos e conhecimento dos targets da marca.

Edmardo Galli – Diretor LatAm da IgnitionOne
“Plataforma unificada de mídia. Sonho ou realidade?”
Conheça modelos de atribuição, clusterização e modelagem de investimentos. Tudo num só lugar.

Felipe Iacocca – Sócio da IWM Agency
“Você continua promovendo posts no Facebook? OMG!”
Influenciadores digitais estão no comando do novo marketing. Conheça casos de grande sucesso usando uma das ferramentas mais efetivas de todos os tempos.

Darwin Ribeiro – Diretor-geral no Brasil da Cadreon
“Para onde a mídia programática vai nos levar?”
O modelo programático começa pelo digital e já engloba meios tradicionais como o print, rádio e TV em vários países. Qual é o impacto disso no dia-a-dia de marcas e agências? Veja Como gigantes como Unilever, Samsung e Coca-Cola estão trabalhando.

Cesar Paz – Presidente do conselho da AG2 Nurum
“O modelo derreteu.”
Uma breve reflexão sobre os caminhos e os espinhos e o mercado além do tradigital.

Uma visão off-line do mobile marketing

O Brasil sempre ditou o ritmo das tendências do mercado digital na América Latina. Somos 110 milhões de brasileiros conectados. Apesar de ser somente o quarto colocado no ranking mundial em penetração de internet entre a população, o país tem metade da população conectada na região. Segundo Maren Lau, CMO da IMS – Internet Media Services -, o Brasil está em sintonia com os maiores mercados de publicidade digital. Ela destacou geolocalização como sendo o assunto do momento. “Se você vai para o Brasil, você vê que os taxistas e todos os outros estão usando plataformas de localização geográfica”. Parte da razão para tal é o investimento que o Brasil fez antes da Copa do Mundo do ano passado em infra-estrutura de tecnologia 4G nas grandes cidades, criando um contexto onde o mobile pode prosperar cada vez mais. Segundo o site eMaerketer, chegaremos ao final de 2015 com 73 milhões de brasileiros conectados através de um smartphone ou tablet.

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Cada vez mais vemos o consumidor passeando nos shoppings e comprando no celular. Isso não é necessariamente o fim das lojas físicas, mas é um sinal de que é preciso repensar a relação com o consumidor dentro da loja. Ao mesmo tempo, a comunicação dentro das lojas, shoppings e áreas comerciais também precisa estar atenta às possibilidades de impactar o consumidor no momento certo. O volume de dados que deixamos na rede permite encontrar o consumidor de acordo com os dados de localização e deslocamento do smartphone. Hoje é possível, por exemplo, oferecer produtos cruzando dados de localização dentro da loja com as preferências de busca e navegação de cada cliente. Mas para isso é preciso transformar o Big Data em Smart Data. É aí que entra o fator humano no momento de definir a estratégia de comunicação em plataformas de alta tecnologia.

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Uma das tecnologias mais avançadas do mundo em localização e segmentação offline do consumidor é desenvolvida pela In Loco Media, parceira da Alright Media na Região Sul. Tanto que a empresa foi a única da América Latina selecionada para disputar o Start-Up Academy no Cannes Lions 2015. Através da In Loco, é possível fazer pretargeting offline de um segmento específico de consumidores de acordo com a localização destes nos últimos 6 meses. Em outras palavras, por exemplo, podemos entregar anúncios em plataformas mobile, como o Facebook App, para mulheres de 18 a 35 anos, classe AB que frequentaram supermercados específicos da Região Metropolitana no mês de maio. É uma tecnologia de última geração possibilitando uma comunicação cada vez mais relevante e pertinente para o consumidor.

Vivemos hoje um cenário de rápida adoção de novas tecnologias por um consumidor cada vez mais seletivo. Portanto, é preciso ser inovador e seletivo do outro lado do smartphone também.

Let’s Start with a BANG!

O mercado publicitário vive uma crise sem precedentes. A disputa que consumiu muita energia entre visões diferentes de mundo, os tais online e offline, que aparentemente eram tidos como concorrentes, na verdade fez com que muitas agências, veículos e anunciantes perdessem o foco no essencial: sua razão de existir.

 

Mais de uma década se passou e não precisa de muita pesquisa para saber que a realidade do consumo de mídia mudou radicalmente de lá pra cá. Não só meios tradicionais como os periódicos impressos, mas a quase intocável TV sentem os efeitos de uma nova realidade.

 

O fato é que o momento exige muito mais de todos nós que trabalhamos com propaganda. O consumidor está no poder e está fragmentado em diferentes telas e dispositivos. O que era padrão há algum tempo já não pode mais ser adotado como solução.

 

O talento e a visão de planejadores e criadores precisa agora dividir espaço com um novo tipo de elemento. Aquele que sempre esteve nas conversas para quem vem do digital, mas que para muitos é um ser estranho: a tecnologia, agora é personagem fundamental de qualquer campanha ou plano estratégico.

 

Algoritmos, plataformas, robôs, super cookies e sofisticados banco de dados, pilotados por uma elite com altíssima capacitação técnica são a base das novas normas do mercado.

 

E é neste mundo fascinante e desafiador, que a Alright Media decola com a missão de trazer aos principais anunciantes, agências e veículos do Sul do Brasil, as plataformas e os parceiros mais inovadores do segmento da mídia publicitária.

 

Não estamos falando de algo inacessível, pois acessibilidade é um dos princípios fundamentais de nosso trabalho. Ao contrário, vamos reduzir os gaps. As novidades, que muitas vezes não conseguimos realizar por falta de atendimento, são o core business da Alright. Custos inviáveis? Também não trabalhamos.

 

É nossa missão trazer o que chamamos de INOVAÇÃO PLUG-AND-PLAY. Tem que funcionar para a realidade local, atender aos desafios do nosso mercado e para isso usamos da nossa terceira visão de mundo: a expertise. Quem trabalha na Alright sabe profundamente o que está acontecendo. Temos visão de business, planejamento, conteúdo e mídia. Ficou curioso em saber mais sobre nossa entrega?

 

Podemos resumir o que fazemos na seguinte frase: Conectar o mercado regional com as melhores soluções em alta tecnologia para segmentação e distribuição de mídias e conteúdos.

 

Não somos uma agência de publicidade. Na verdade, nascemos para ajudá-las a melhor atender seus clientes. O mantra que temos usado para definir nossa atuação como empresa é dizer que estamos aqui para que seus planos de mídia possam ir muito além de Google e Facebook. E para isso concentramos nosso negócio em três pilares principais:

 

  • mobile marketing
  • influencer and content marketing
  • data-driven and programmatic media

Temos convicção que o presente e o futuro próximo da publicidade passam por esses caminhos. Se você está em busca de soluções requintadas mas acessíveis e quer saber como incrementar suas ações de marketing, fale com a gente.


comercial@alright.com.br
celular (51) 96170860 (Secco) e (51) 96448570 (Fabiano)
fb.com/alright.media

 

Estamos ancorados num espaço incrível de Porto Alegre, a AREA 51.
Venha nos visitar.

 

Alright Media
Let’s start with a BANG!